quarta-feira, 6 de maio de 2015

Lucas 1.5-35

Lucas 1.5-35

Olá amigo estamos iniciando mais um programa da série Através da Bíblia, quero saudá-lo, desejando sobre você e toda a sua família as mais preciosas bênçãos do Senhor. É um prazer estar junto com você nesse encontro em que temos estudado a Palavra do Senhor e especificamente o livro de Lc. Como temos repetido, para nós é muito bom saber que você está dedicando um tempo específico para a meditação da Palavra de Deus. Sabemos disso pelas cartas que recebemos de vocês e por isso, no início desse programa quero registrar a carta do AC de Campina Grande na Paraíba. Ele diz: "Gosto muito dos estudos do Através da Bíblia. Tenho bastante idade e estou muito triste porque muitos não respeitam a Bíblia, mas eu ainda tenho muita garra e pulmão para proclamá-la Abraços a todos”. Querido irmão, muito obrigado por suas palavras. Ficamos contentes em saber do seu amor pela Palavra. É isso mesmo... continue a proclamá-la a plenos pulmões, e continue orando por nós. Por isso mesmo quero convidar a você especificamente e a todos os que nos ouvem a orarmos a Deus: "Querido Deus e Pai, chegamos à tua presença reconhecendo tua soberania, teu poder, tua onisciência. Reconhecemos que tudo conheces e sabe que necessitamos da iluminação do teu Espírito para o nosso estudo de hoje. Pai misericordioso, te pedimos então que tenhamos nossas mentes abertas para ouvirmos Tua Palavra e capacitação para obedecê-la. Pedimos isso em nome de Jesus Cristo, Amém"! Querido amigo, estamos iniciando os nossos estudos no evangelho de Lucas. Hoje temos que continuar estudando a introdução a esse evangelho tão especial. Para que possamos entender bem o seu conteúdo. Para entendermos a sua forma de falar e de apresentar o Senhor Jesus é necessário conhecermos bem todo o contexto da composição desse livro para podermos absorve-lo e aplicá-lo em nossas vidas. Como iniciamos no programa passado, temos que fazer mais algumas considerações.

Em 1º lugar vamos aprender e recordar um pouco sobre O HOMEM LUCAS: Vamos fazer 10 observações:

1. Seu nome não é mencionado nos evangelhos nem no livro de Atos, somente Paulo o chama de médico amado (Cl 4.14);

2. Provavelmente era gentio (grego), tal o estilo de escrita nos seus dois livros; alguns críticos opinam que era irmão de Tito, talvez o irmão mencionado em 2Co 8.22;

3. Era um homem culto, com habilidade de pesquisador e historiador (Lc 1.1-4 e At 1.1-4);

4. Lucas se uniu a Paulo, em Trôade, na segunda viagem missionária, indo até Filipos e ficando lá até a volta de Paulo na terceira viagem missionária;

5. Provavelmente, durante esse tempo (50/51 a 57) tornou-se pastor da igreja de Filipos, a igreja que apoiou Paulo durante o seu ministério (Fl 1.5; 2.25; 4.10, 15-16);

6. Provavelmente estava com Paulo, quando este foi preso em Jerusalém (At 21.17) e acompanhou-o durante o tempo da prisão, em Cesaréia e Roma (At 28.16; Cl 4.14; Fm 24);

7. Como companheiro e fiel amigo só ele estava com Paulo na sua segunda prisão em Roma (2Tm 4.11);

8. Durante o tempo que acompanhou Paulo, em suas viagens missionárias escreveu os dois volumes de sua obra: O terceiro evangelho, que tem o seu nome e o livro de Atos, que narra a história da igreja primitiva;

9. Seus escritos tinham como destinatário Teófilo (amigo de Deus) que após ter se convertido recebeu de Lucas o relato completo de sua nova fé;

10. Os pais da igreja se referem a Lucas como sendo o porta-voz de Paulo, que "colocou em livro o evangelho pregado por ele (Irineu). Segundo a tradição Lucas morreu com mais de 80 anos, na região da Asia.

Em 2º lugar, um aspecto que deve ser considerado é o relativo aos evangelhos sinóticos. Como mencionamos quando estudamos a introdução ao evangelho de Marcos é necessário fazermos 5 observações:

1)Os evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas são assim chamados por relatarem a vida de Jesus sob o mesmo ponto de vista.

2)João escreveu seu relato sobre Jesus dando uma ênfase diferente, complementar aos 3 primeiros evangelhos.

3)O problema sinótico é o questionamento levantado sobre como se pode explicar as notáveis concordâncias, isto é, as semelhanças e as notáveis discordâncias, isto é, as diferenças entre os evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas. E, depois das constatações das semelhanças e diferenças a questão sinótica poderia ser resumida com a seguinte questão:

Quem copiou de quem?

4)Uma parte da possível solução é aquela em que aceita-se Marcos como o 1º dos evangelhos; em que se aceita que Mateus e Lucas usaram Marcos para as suas composições, e também se aceita que as semelhanças são vistas na narrativa dos conteúdos e nos eventos mais importantes, e nas citações do AT.

5)A outra parte da possível solução do problema sinótico, as diferenças são explicadas a)porque MT e LC tiveram acesso a outra fonte comum, chamada Q; b)porque MT e LC além de terem como fonte Mc e Q, tiverem também fontes particulares, isto é, material exclusivo de cada evangelista; c)porque em MT e LC a cronologia de certas "logias" foram apresentadas em ordem diferentes; d)porque MT e LC tiveram propósitos particulares e específicos e, e)porque em MT, LC e MC o vocabulário de cada evangelista é divergente. E certamente Deus, pelo Espírito Santo moveu cada um dos autores a produzirem retratos diferentes do Senhor Jesus.

Em 3º lugar vamos conhecer o propósito com que Lucas escreveu o seu evangelho.

Vamos fazer 7 observações:

1)Lucas escreveu o seu Evangelho porque acima de tudo, ou antes de qualquer outra razão, ele foi inspirado pelo Espírito Santo. Certamente o Espírito Santo, no momento adequado a Deus, inspirou Lucas a produzir esse relato autêntico e fidedigno sobre a vida e a obra de Jesus Cristo.

2)Lucas escreveu o seu Evangelho porque percebeu a necessidade de um relato por escrito, pois a igreja ainda dependia da tradição oral, embora houvesse muitos pequenos fragmentos escritos circulando pelas diversas regiões.

3)Lucas escreveu seu evangelho direcionando-o principalmente aos leitores gregos, ou gentios, de um modo geral.

4)Lucas teve por propósito apresentar Jesus como o Filho do homem, o ser humano ideal, o homem perfeito.

5)Como os gregos daqueles dias há muito tempo buscavam o “homem perfeito”, Lucas desenvolveu sua obra para por fim a essa procura.

6)Com esse propósito algumas de suas passagens mais importantes relatam Jesus como esse homem perfeito. Por isso o relato do nascimento de Jesus cf. 1.26-38 e 2.8-20; o testemunho de Deus a respeito de Jesus, o Seu Filho, cf. 3.21-22; o anuncio de Jesus como o ungido de Deus, cumprimento da profecia de Isaias, cf. 4.16-24 e a missão do Filho do Homem, cf. 19.10 comprovam que Lucas anunciava em Jesus o fim da procura pelo homem perfeito.

7)Jesus foi e é apresentado para todo leitor do evangelho como o Filho do Homem, o homem perfeito.

Em 4º lugar devemos observar qual o conteúdo desse evangelho.

1)Lucas representa o relato, dentre os quatro evangelhos, mais completo da vida de Jesus Cristo.

2)Enquanto que boa parte de Mateus foi organizada por tópicos, e Marcos provavelmente foi organizado pelo critério geográfico, o relato de Lucas foi organizado principalmente pelo critério cronológico, como ele mesmo disse no cap. 1.3-4: “igualmente a mim me pareceu bem, depois de acurada investigação de tudo desde a sua origem, dar-te por escrito, excelentíssimo Teófilo, uma exposição em ordem, para que tenhas plena certeza das verdades em que foste instruído”.

3)Ainda considerando o seu conteúdo Lucas apresenta Jesus como o verdadeiro Deus-homem e destaca fortemente o ministério do Espírito Santo na vida ministerial do Senhor Jesus Cristo.

4)É importante notarmos também que o conteúdo desse evangelho juntamente com o conteúdo do seu segundo livro, os Atos dos Apóstolos, constituem 20% do Novo Testamento, e isto significa mais quantidade de conteúdo escrito do que o produzido por qualquer outro autor.

5)E finalmente em relação ao conteúdo do evangelho, podemos afirmar que 50% desse relato é exclusivo de Lucas. Nem Marcos, nem Mateus, nem João tem essa material exclusivo, que se encontra principalmente no trecho que vai de 9.51-19.27

Em 5º lugar é necessário destacarmos o verso chave do livro de Lucas.

Depois de observarmos o conteúdo e o propósito de Lucas ter escrito o seu relato, fica claro que o resumo de toda a mensagem que ele quis transmitir, sobre Jesus e sobre o próprio evangelho se encontra resumida no cap. 19.10, que diz assim: “Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o perdido”.

Em 6º lugar temos que considerar os destinatários.

1)Em relação a essa questão, que já mencionamos de passagem, esse é o evangelho que mais claramente identifica o seu destinatário.

2)Lucas além de escrever para os gentios, para os gregos de modo geral, especificamente escreveu para Teófilo, cujo nome tem um significado especial: “amigo de Deus”.

3)Alguns entendem diante do significado do nome Teófilo que este evangelho foi escrito para todos os que se entendiam “amigos de Deus”.

4)Mas, outros estudiosos aceitam que Teófilo de fato era uma pessoa distinta, com esse nome, talvez um grego amigo de Lucas, que após ter se convertido recebeu de Lucas o relato completo de sua nova fé.

5)Essa última é a posição que adotamos em relação aos destinatários do evang.

Em 7º lugar é importante estabelecermos a data, o local de origem e as condições em que esse escrito foi originado, pois assim conseguimos entender a maneira pela qual o autor assim se expressa.

1)O evangelho de Lucas foi escrito provavelmente entre os anos 59-63, durante o tempo em que Paulo estava preso em Roma, numa casa alugada, logo depois de ter ficado em Cesaréia, por ter sido preso, cf. At. 21.27 ss.

2)Durante esse tempo de prisão do apóstolo Paulo, certamente Lucas teve a oportunidade de entrevistar vários irmãos que já tinham aceitado Jesus Cristo como Senhor e salvador; irmãos que conheciam os detalhes acerca da vida pessoal e ministério de Jesus. Lucas certamente escreveu o seu evangelho em Roma, durante esse período.

Em 8º lugar temos que conhecer a razão porque devemos estudar esse evangelho, qual a importância de estudarmos Lucas:

1)Será que este evangelho apresenta algo que não se encontra nos demais evangelhos? Com certeza, e o material exclusivo é grande.

2)Assim como a testemunha em juízo faz mais do que confirmar a história de outra testemunha, Lucas amplia a história de Jesus, que já vimos e estudamos em Mateus e Marcos.

3)A importância de estudarmos este evangelho se dá em virtude de Lucas apresentar maior variedade de ensinos, parábolas e acontecimentos da vida de Jesus.

4)A importância de estudarmos Lucas se observa no trecho de 9.51 a 19.27, trecho exclusivo de Lucas e portanto, desconhecido se não estudarmos esse precioso evangelho.

5)É importante estudarmos esse evangelho pois ele é, certamente, o evangelho que teologicamente reflete o pensamento de Paulo.

Em 9º lugar, um outro aspecto que devemos considerar é o relativo a comparação entre os 4 evangelhos.

1)Cada um dos evangelistas contou a história de Jesus de um ponto de vista diferente um do outro.

2)Mateus escreveu para os judeus, apresentando Jesus como o Messias de Israel, o Cristo prometido, a concretização das promessas do AT.

3)Marcos escreveu para um público romano apresentando Jesus como o servo em ação que veio para servir e dar a sua vida em resgate por muitos.

4)João escreveu depois de todos, numa época em que se discutia a existência eterna de Jesus, apresentando-o como divino, o próprio Deus encarnado, que concede vida eterna a todo o que nele crê.

5)Mas, Lucas escreveu para os gentios e especificamente para os gregos apresentando Jesus como o homem perfeito, o Filho do Homem, destacando o caráter universal da salvação preparada por Deus. Lucas desejou mostra que o amor de Deus ultrapassa os judeus e alcança o mundo inteiro.

Em 10º lugar temos que considerar, finalmente, a cronologia que Lucas nos apresenta:

1)Lucas menciona o reinado de Herodes, o grande de 37 a 4aC, cf.1.5;

2)Lucas nos mostra com clareza a data do nascimento de Jesus, que ocorreu em 6/5 aC., cf. 2.1-20;

3)Lucas identifica a data em que Jesus foi ao Templo aos 12 anos, em 5 dC.cf. 2.41;

4)Lucas mostra o inicio do ministério de JB, em 26 dC., cf. 3.2-14;

5)Lucas mostra também o inicio do ministério de JC, também em 26 dC, cf. 4.14;

6)Mostra-nos também a data da morte, ressurreição e ascensão de JC em 30 dC. em 27-28;

7)Mostra-nos em Atos cap.2, a vinda do Espírito Santo, iniciando a igreja, em 30 dC.

Em 11º lugar devemos considerar alguns dos temas especiais de Lucas:

1)Sobre o Espírito Santo – A pessoa do Espírito Santo; O papel do Espírito Santo no ministério de João Batista; o papel do Espírito Santo na encarnação de Jesus; o papel do Espírito Santo no ministério de Jesus; e, o relacionamento entre o Espírito Santo e Jesus Cristo.

2)Sobre a preocupação com as pessoas marginalizadas, Lucas, destaca Jesus ministrando para as mulheres; para os doentes; para os impuros; para os ricos e os pobres e, para os gentios –

3)Sobre a salvação universal, Lucas mostra a salvação como plano de Deus; a salvação e sua história; a salvação é universal; a salvação deve ser proclamada; e também destaca que a salvação deve ser recebida –

4)Sobre a oração, Lucas enfatiza: o significado da oração; a necessidade que Jesus tinha de orar; o ensino e as parábolas sobre a oração; a oração modelo (Lc 11.2-4); e a oração como fator importante na vida cristã individual e coletiva –

5)Sobre o sofrimento Lucas apresenta O perfeito, aperfeiçoado pelo sofrimento – Em Hebreus encontramos a afirmação de que "convinha que aquele, por cuja causa e por quem todas as coisas existem, conduzindo muitos filhos à glória, aperfeiçoasse, por meio de sofrimento, O Autor da salvação deles" (Hb 2.10). Fica claro para todo aquele que se aprofunda no estudo deste relato de Lucas que, durante esta última viagem, quando demonstrou, "no semblante, a intrépida resolução de ir para Jerusalém" (9.51), durante o “semestre de entrega”, qual e como foi o processo de aperfeiçoamento a que Jesus foi submetido. No início do ministério Ele já era perfeito como mostra a declaração de satisfação do Pai em relação ao Filho (Lc 3.22); e como Ele mesmo se entendia perfeito para o ministério pela presença abençoadora do Espírito Santo continuamente consigo (4.18 e 21). Mas, mesmo assim, Jesus foi aperfeiçoado através da provação e do sofrimento. Foi aperfeiçoado no serviço. Foi aperfeiçoado através do sofrimento. O sofrimento, que aperfeiçoa pode ser visto em alguns episódios nesse percurso em direção a Jerusalém, onde Se entregaria por nós:

a) Enquanto Ele viajava para se entregar, se via obrigado a corrigir as idéias erradas e extremamente nacionalistas que os judeus, incluindo os discípulos, possuíam sobre o Messias. Ao invés de um Messias poderoso e político, conforme as Escrituras, quem se manifestaria era o Filho do Homem que seria entregue nas mãos dos homens (9.43-45);

b) Ele mesmo mostrava na sua caminhada que veio entregar-se em favor de todos, não passando somente pelas cidades, mas mesmo sendo rejeitado, ia até as pequenas aldeias samaritanas, onde viviam os mais simples da sociedade judaica (9.52);

c) O Filho do Homem foi aperfeiçoado, pelo sofrimento, ao ser acusado de agir pelo poder de Satanás (11.14-23);

d) Quando curou uma mulher num sábado foi acusado de não respeitar a Lei, mas com humildade, ensinou que vale mais valorizar a vida do que as regras legalistas (13.10-17);

e) O Filho do Homem sofreu e foi aperfeiçoado ao censurar a hipocrisia e mostrar a necessidade de se quebrar todos os preconceitos relacionando-se com os marginalizados pela sociedade (15.1-2);

f) Ele quebrou os paradigmas estabelecidos pela sociedade (incluindo-se aí os próprios discípulos), quando numa atitude de amor e valorização, recebeu as crianças (certamente algumas meninas) e as abençoou usando-as como exemplo de humildade e dependência (18.15-17);

g) Jesus demonstrou o Seu propósito declarando que “o Filho do Homem veio buscar e salvar o perdido” e de modo prático, demonstrou essa verdade relacionando-se e preocupando-se com Zaqueu, totalmente odiado pelos seus patrícios, levando salvação àquela vida (19.1-10). Nessa caminhada para Jerusalém, Jesus, o Filho do Homem, como a Si mesmo se designava, ao invés do pomposo título de Messias, foi aperfeiçoado, através do sofrimento para nos dar tão grande e preciosa salvação. Sob o olhar atento de Lucas vemos essa faceta marcante da vida de Jesus. Querido amigo, chegamos assim ao final de mais um tempo de estudos. Louvamos a Deus por isso. Minha oração é que você tenha percebido as lições que este texto trouxe a cada um de nós e tenha capacitação do Espírito Santo para aplicá-las em sua vida. Agradeço a Deus pela oportunidade de compartilhar Sua Palavra e agradeço a você por sua companhia. Espero por você no próximo programa. Que o Senhor te abençoe. Um abraço. © 2015 Através da Biblia

domingo, 26 de abril de 2015

Cristo foi tentado como nos somos tentados hoje? Ou há uma diferença entre nos e Cristo?

A várias incompreensões sobre o corpo de Jesus... Se Jesus sentiu, ou não desejos sexuais? e á alguns que até afirmam que Cristo teve desejos sexuais... E tomam como base a humanidade de Cristo para fundamentar as suas opiniões, usam as escrituras como apoio para ostentar uma ontologia infundada que é construída hermeneuticamente e exegeticamente na subjetividade que é extremamente espiritualizada e fanatizada e, desorganizada homileticamente ou seja, sem pé e cabeça. Á dois textos bíblicos na carta aos hebreus que é usado para provar alguns absurdos sobre a humanidade de Jesus, mas se examinarmos com cuidado e usarmos a exegese que lida com a compreensão etimológica  das palavras vamos ter uma interpretação cristológica sem ambiguidade. Vamos trabalhar exegeticamente hebreus (2.17, 18 e 4.14,15) e vou destacar a palavra "TUDO" do texto de hebreus PARA EXPLICAR SOBRE A HUMANIDADE E DEIDADE DE CRISTO.
 Primeiro a palavra "tudo" não significa totalidade algo velado mas um parte do todo por ex: não podemos colocar dentro do TUDO de Cristo o nosso pecado adâmico, nos pecamos porque temos dentro de nos a natureza caída de Adão, mas Cristo não tinha a natureza caída de Adão dentro da sua alma e espírito e é, justamente nesse ponto que somos tão diferentes do TUDO DE JESUS, o tudo de Cristo não admite....

1. Não admite o pecado adâmico que é um pecado que veio através do engano da serpente edênica .

2. Não admite o pecado interior que é um pecado que flui de dentro para fora (1Jo 3.5)

   ■Mateus 15:18 Mas o que sai da boca procede do coração, e isso contamina o homem.

   ■Mateus 15:16-20
Jesus respondeu: 'Você também? Será que não entende? Não sabe que o que se come é digerido no estômago e depois é eliminado? Mas o que vem da boca sai do coração. É do coração que vomitamos maus pensamentos...,

   1. assassinato, 

   2. adultério,

   3. imoralidade, 

   4. roubo, 

   5. mentira e...

   6. calúnia.

 É isso que contamina. Comer ou deixar de comer alguns alimentos, lavar ou não as mãos — isso não tem importância'.

3. Não admite degradação moral ou seja comportamentos que não está de acordo com a moralidade da deidade (1Pd 2.22).

4. Não admite a falta de conhecimento prévio das artimanhas da tentação e do tentador.

   ■Mateus 22:18 Jesus, porém, conhecendo a sua malícia, disse: Porque me experimentais, hipócritas?
   ■João 13:27 E após o bocado, entrou nele Satanás. Disse pois Jesus: O que fazes, fá-lo depressa.

   ■Mateus 22:15-17
A essa altura, os fariseus haviam preparado uma armadilha para Jesus, certos de que o iriam incriminá-lo. Para isso, enviaram seus próprios discípulos e alguns partidários de Herodes, com esta pergunta: 'Mestre, conhecemos a sua integridade, sabemos que o senhor ensina o caminho de Deus com muito zelo, não se importa com a opinião popular e não explora seus discípulos. Diga-nos com toda a honestidade: é correto pagar impostos a César?'.

   ■Mateus 22:18-19
Jesus percebeu de imediato as segundas intenções e disse: 'Qual a razão desse joguinho? Por que tentam me pegar com essas armadilhas? Vocês têm uma moeda? Deixem-me vê-la'. Eles lhe entregaram uma moeda de prata.

5. Não admite contaminação na sua alma e no seu espirito, pois aquele que disse: Que qualquer homem que olhar para uma mulher e a desejar no seu coração comete adultério. (2Co 5.21)

6. Não admite separa o seu espirito e alma do seu corpo somente ele pode permitir está separação e isto, aconteceu na sua crucificação. 

7. Não admite abuso de Sua integridade física sem a sua direta permissão.

8. Não admite resquício de pecado multifacetado: vejamos o que nos diz os escritos do novo testamento...

》João falou que em Cristo não há pecado (1Jo 3.5).

》Paulo afirma que Cristo não conheceu pecado (2Co 5.21).

》Pedro nos diz que cristo não cometeu pecado (1Pd 2.22).

》O autor da carta aos hebreus afirma que Cristo foi tentado em tudo mas sem pecado e que a volta de cristo será sem pecado (Heb 4.15; 9.28). O escritor aos hebreus diz para os destinatários da sua carta que Cristo é perfeito (heb 7.28; 9.11).

Diante destes relatos bíblicos à algumas afirmações que são infundadas; vejamos algumas destas afirmações...

■Jesus masturbou se... Só porque ele era humano...

■Jesus cobiçou mulheres...

■Jesus podia ser enganado...

■Jesus comentou mentira...

■Jesus pediu perdão a Deus por seus pecados...

■O pecado poluiu o espírito de Jesus com imagens de mulheres nuas quando ele estava  dormindo...

■Jesus teve a franqueza de busca stato humano...

■Jesus foi materialista...

■Jesus mortificou a carne por causa do pecado, que se ele não fizesse isto, cometeria pecados...,

Estas afirmações  sobre a cristologia não encontram guarida na Bíblia. Queridos que a nossa fala seja a voz das escrituras sagradas, vamos calar onde não há fundamento bíblico para ostentar ideologias infundadas.

Em seu comentário bíblico William McDonald diserta com propriedade sobre a humanidade e impecabilidade de cristo, vejamos o que ele nos diz: ( Nós também temos que considerar a sua experiência. Ninguém pode simpatizar realmente por alguém a menos que tenha passado por uma experiência semelhante.Como um homem, o Senhor tem compartilhado nossas experiências, e pode, portanto, entender as tribulações pelas quais passamos. (Ele não pode compadecer-se das nossas más obras, porque ele nunca a experimentou).

O nosso posicionamento sobre a deidade e humanidade de Jesus tem que ser o mesmo posicionamento das escrituras pois a bíblia é enfática em afirma a impecabilidade do filho do homem.

O pastor luiz sayão no seu comentário da Bíblia esperança ele nos faz uma importante pergunta sobre cristo...Se Jesus era Deus, teria ele sofrido de verdade na cruz e enfrentado tentações como nos? 

Vejamos a sua resposta: 

Tal sugestão parece fazer sentido a primeira vista. Como pode um ser divino sofrer de fato? Será que a sua morte na cruz foi apenas uma representação teatral? sabemos que não. Pois além de ser divino , Jesus também era totalmente humano. Este é o ensinamento bíblico: Jesus era totalmente humano e totalmente Deus ao mesmo tempo. Ele naceu e viveu como homem, tinha  necessidades humanas, sofreu dores e morreu de verdade, apesar disso ele nunca pecou. 

(O nosso Jesus foi provado pelo fogo mas o fogo não geimou nem uma impureza nele pois ele não tinha. o fogo das provações so provou que Jesus é uma jóia sem defeito).

A biblia King James diserta bem sobre a tentação de Jesus mostrando a impecabilidade do filho de Deus  - (O  objetivo  do  Diabo  era  levar  Cristo,  o  Ungido,  Filho  de  Deus,  a  pecar.  Apenas  um  pecado  seria  o  suficiente,  desqualificando  o Salvador,  frustrando  assim,  o  plano  de  Deus  para  a  redenção  humana.  O  objetivo  de  Deus  foi  provar  que  seu  Filho  –  perfeitamente divino  e  perfeitamente  humano  –  viveu,  contudo,  isento  de  qualquer  pecado;  sendo,  portanto,  um  Salvador  perfeitamente  digno e  suficiente  (2Co  5.21;  Hb  4.15,  Rm  8.3;  1Jo  2.16;    Tg  1.13).  Jesus  escolhe  uma  passagem  das  Sagradas  Escrituras  (Dt  8.3)  para responder ao tentador e a todos quantos têm seus valores invertidos por ganância, egoísmo e inveja. O  orgulho,  arrogância  e  empáfia  do  Diabo  não  lhe  permitiram  compreender,  muito  menos  aceitar,  a  resposta  que  Cristo  lhe dera.  O  Diabo  tenta,  então,  replicar,  usando  também  uma  passagem  bíblica  (Sl  91.11-12),  mas  omitindo  parte  do  texto  sagrado que  não  se  ajustava  a  seus  intentos.  Esse  mesmo  método  de  interpretação  inescrupulosa  da  Bíblia  tem-se  repetido  ao  longo  dos séculos, na criação e desenvolvimento de diversas seitas heréticas em todo o mundo.  Somente  uma  análise  profunda  e  detalhada  dos  diálogos  aqui  travados  entre  Satanás  e  Jesus  pode  revelar  a  magnitude  dessa batalha  espiritual  vencida  por  Cristo  por  meio  da  Palavra  de  Deus  (Dt  6.13;  10.20),  bem  como  a  astúcia  e  o  poder  do  Diabo  para iludir  seus  oponentes.  Satanás,  como  príncipe  do  sistema  econômico,  político  e  social  do  nosso  planeta  (em  grego,  Kosmos, que  significa:  mundo),  estava  em  seu  direito  ao  ofertar  a  Jesus  as  glórias  de  todos  os  reinos  da  terra,  pois  de  fato  estes  lhe  foram entregues  por  algum  tempo  (Jo  12.31;  1  Jo  2.15;  5.19;  Jo  3.19;  Tg  1.27;  4.4).  Jesus  manteve-se,  porém,  íntegro  e  fiel,  resistindo e vencendo a tentação e o tentador.

(Lc 4.1-)...Lucas é inspirado por Deus (aqui e no livro de Atos) para dar especial destaque à ação da terceira pessoa da Trindade – o Espírito Santo – no mover do coração do Senhor e de seus discípulos para fazerem a vontade do Pai (1.35; 41.7; 2.25-27; 3.16,22;4.14,18; 10.21; 11.13; 12.10,12). Durante toda a sua vida na terra, Jesus suportou fortes e complexas tentações, em algumas delas a Bíblia não nos revela os detalhes. Todavia, esse embate mereceu especial destaque, pois esteve em questão todo o futuro dos seres humanos. Os ataques do Diabo foram contra o Messias (o Ungido de Deus, Seu Filho), o cabeça da Nova Humanidade (Cl2.15). Jesus foi tentado de forma extremamente sutil, ardilosa e não menos poderosa. Contudo, venceu por nós. Em contraste com Adão (em hebraico: homem – Gn 2.20, enquanto Eva, significa: humanidade), que se tornou o cabeça da Velha Humani-dade, pois não conseguiu obedecer ao Criador, embora vivendo em condições ideais; e caiu, cometendo o primeiro pecado da humanidade, com conseqüências mortais, o qual acompanhará o gene de cada indivíduo humano, de geração em geração, até ofinal dos tempos. O Segundo Adão (Jesus – o Novo Homem), venceu o Diabo em total fraqueza da carne. Adão havia inauguradoa humanidade com toda a autoridade e glória do mundo (Gn 1.28-30), enquanto Jesus foi glorificado através do sofrimento, da humilhação e da morte (Rm 1.4; Fp 2.9-11). O primeiro Adão não aceitou cumprir a vontade de Deus e fez prevalecer os seus próprios desejos, rebelando-se contra a única restrição imposta a ele por Deus. O Segundo Adão, o Filho de Deus, aceitou, delivre vontade, cumprir todos os desejos do Pai (Gl 4.4; Fp 2.6-8). Após 40 dias em absoluto jejum, os originais hebraicos e gregos revelam que Jesus não apenas estava com “fome” (como consta em algumas versões), mas sim que ele estava sôfrego de fome (esfomeado). O Diabo nem sempre é horrível e violento,pois pode travestir-se de luz e justiça. Sua estratégia foi induzir Jesus a abdicar de sua condição humana, usar de seus poderes divinos, e deixar o caminho do sofrimento inevitável. O Diabo sempre fará as tentações parecerem irresistivelmente atraentes. Entretanto, Jesus – o Novo Homem - apegou-se à Palavra de Deus e, citando a Torá (Lei), mais precisamente, passagens em Deuteronômio (8.3; 6.13-16), enfatiza que o pão e a fartura material nada valem sem a bênção de Deus. Jesus não diz que não podia fazer o que o Diabo lhe sugeria, mas sim que sua vontade maior era agradar ao Pai. Uma tentação aparentemente inteligente, considerando que Jesus veio para dominar sobre todos os reinos da terra. Depois deste lugar, Jesus foi conduzido ao canto sudeste da coluna do templo, o seu ponto mais alto (ou pináculo do templo), um declive de cerca de 30 metros para o vale do Cedrom. Todavia, o ardil de Satanás estava no fato de tentar fazer com que Jesus evitasse os sofrimentos do caminho da cruz, os quais veio especificamente suportar como única maneira, divinamente legal, de libertar a humanidade do estigma do pecado (Mc 10.45), herança do Velho Homem. Pecado esse que somente poderia ser pago(resgatado), com a morte (sacrifício) de um homem inocente (sem pecados). Uma vez que o Diabo não conseguiu iludir Jesus apelando para as suas necessidades físicas, tenta seduzi-lo com toda a glória e poder que este mundo pode oferecer e que estão(temporariamente) sob seu domínio, mas é novamente rechaçado (1Jo 5.19). Satanás questiona a filiação de Jesus a Deus, cita as Escrituras corretamente (Sl 91.11-12), porém aplica o ensino de forma tendenciosa e errônea, como fizera em Gn 3.1, e tenta fazer com que Jesus teste a fidelidade do seu Pai e chame a atenção do público sobre sua pessoa de forma espetacular. O príncipe do mal é afastado quando Jesus reafirma sua total humanidade ao usar a Palavra para confirmar que não cabe ao homem testar a Deus; e sua total divindade ao chamar a atenção de Satanás para o fato de que ele não deveria estar provocando a Deus. Entretanto, o Diabo continuou tentando ao Senhor (o arrogante é surdo) durante todo o seu ministério (Mc 8.33), até culminar com a prova maior, no Getsêmani (Jo 14.30; Lc 22.53).


quarta-feira, 8 de abril de 2015

Gênesis 1.1-30 (Biblia De estudo do expositor)

PRIMEIRO  LIVRO  DE  MOISÉS,  CHAMADO GENESIS CAPÍTULO  1 (4004  aC) A  CRIAÇÃO ORIGINAL

No prncipio  (refere-se  ao início  da  criação,  ou,  pelo  menos,  a  criação,  uma  vez  que  se  refere  a este universo,  Deus, não formada, desfeita, incriado, não teve  início, Ele  sempre foi, sempre é,  e sempre  será)  Deus  (  a  frase:  "No  princípio,  Deus",  explica  a  causa  primeira  de  todas  as  coisas, uma  vez  que  se  refere  à  criação)  criou  o  céu  ea  Terra  (poderia  ser  traduzido  como  "os  céus  e todas  as  terras",  porque  Deus  criou  a  todo  o  universo)  .

CAOS

2  E a  terra  era  sem  forma  e  vazia;  e  havia  trevas  sobre  a  face  do  abismo  (Deus  originalmente não  criar  a  Terra  sem  forma  e  vazia;  tornou-se  dessa  forma  depois  de  um  acontecimento cataclísmico,  este  acontecimento  foi  a  revolta  de  Lúcifer  contra  Deus,  que  teve  lugar  em  algum momento  no  passado,  sem  data  )  .  E  o  Espírito  de  Deus  (Espírito  Santo)  se  movia  sobre  a  face das águas  (o  mover  do  Espírito  Santo significou  e  significa  o início da  vida).

PRIMEIRO  DIA

3  E disse  Deus  (apresenta  a  maneira  pela  qual  a  criação  ou  re-criação  foi  realizado;  cerca  de dez  vezes  esta  frase  é  usada,  e  da  maneira  exata,  com  exceção  da  última  vez,  onde  ele  diz:  "E  o Senhor  Deus  disse  que  "[  Gen.  2:18  ])  ,  Haja  luz;  e  houve  luz  (Deus  é  a  essência  da  luz  [  Jo  1:  49.  ];  a  Palavra  de  Deus  é  de  tal  magnitude  que  a  luz  continua  a  expandir-se  no  universo,  à  taxa de 186  mil milhas  por  segundo)  . 4 E Deus viu a luz,  que era bom (ele  fez  o que  foi projetado  para  fazer)  ,  e  fez separação  entre a  luz  e  as  trevas  (refere-se  simplesmente  ao  fato  de  que  agora  havia  períodos  de  luz  e  escuridão; escuridão é  simplesmente  a  ausência  de luz)  . 5  E Deus  chamou  à  luz  dia  (a  descrição  do  personagem)  ,  e  às  trevas  chamou  Noite  (tem  a ver  com  a  revolução  da  Terra)  .  E  foi  a  tarde  ea  manhã,  o  primeiro  dia  (dias  literais  de  24  horas)  .

SEGUNDO DIA

6  E  disse  Deus:  Haja  uma  expansão  no  meio  das  águas  (refere-se  a  uma  expansão  entre  as águas,  por  assim  dizer,  chamado  de  "a  atmosfera")  ,  e  haja  separação  entre  águas  das águas  (água  na  chuva  nuvens  e água  na  Terra)  . 7  E  fez  Deus  a  expansão  (há  uma  diferença  de  "feito"  e  "criado",  "feito"  refere-se  a  algo  já criado,  mas  trouxe  de  volta  a  uma  existência  útil)  ,  e  dividiu  as  águas  que  estavam  debaixo  do firmamento  (oceanos,  mares,  rios,  etc.)  e  as  águas  que  estavam  sobre  a  expansão  (água  nas nuvens,  que desce  sobre a  Terra)  ,  e  assim  foi. 8  E  Deus  chamou  o  firmamento  Céu  (a  palavra  como  usado  aqui  refere-se  à  atmosfera  em torno da  Terra)  .  E  foi  a  tarde  ea  manhã,  o  segundo  dia  (de um  prazo de  24  horas)  .

TERCEIRO DIA

9  E disse Deus:  Que as águas  debaixo  do  céu  se  reuniram  para  um  lugar  (refere-se  aos  locais concebidos  para  as  águas  sobre  a  terra,  mares,  oceanos,  rios,  etc.)  ,  e  deixar  a  terra  seca aparecer:  e  era  por  isso  (refere-se  aos  continentes  sendo  formados,  o  que  exigiu  grandes convulsões  na  Terra)  . 10  E  chamou  Deus  à  porção  seca  Terra  (refere-se  ao  Ser  Supremo  nomear  o  que  Ele  havia criado)  ;  e  ao  ajuntamento  das  águas  chamou  Mares;  e  viu  Deus  que  era  bom  (aprovação Divina)  . 11  E  disse  Deus:  Produza  a  terra  relva  (um  tapete)  ,  a  erva  que  dá  semente  (legumes)  ,  ea árvore  frutífera  que  dê  fruto  segundo  a  sua  espécie  (indica  que  as  diferentes  espécies  de  plantas já  são  fixos)  ,  cuja  semente  está  em  nela  sobre  a  terra;  e  assim  foi  (o  dogma  moderno  da  origem das  espécies  por  desenvolvimento não é  bíblico)  . 12  E  a  terra  produziu  erva  (na  Palavra  de  Deus)  ,  erva  dando  semente  conforme  a  sua espécie,  ea  árvore  que  dá  fruto,  cuja  semente  está  nela  conforme  a  sua  espécie  (a  primeira criação da  vida  vegetal  não veio  da  semente  , mas  que  veio a ser  através  do poder  da  Palavra)  : e  Deus  viu  que  isso  era  bom  (não  diz  respeito  somente  ao  fato  da  criação,  mas  também  a  ordem da  criação)  . 13  E  foi a tarde  ea  manhã,  o  dia  terceiro  (neste dia  foi  a  primeira  criação da  vida,  isto é,  "as plantas,  etc.")  .

QUARTO DIA

14  E disse Deus:  Haja  luminares  na  expansão  dos  céus  para  separar  o  dia  da  noite  (Deus  não está  aqui  criando  o  sol,  a  lua  e  as  estrelas,  que  já  ter  sido  feito  "no  princípio")  ;  e  sejam  eles  para sinais e  para  estações,  e  para dias e  anos  (refere-se,  essencialmente,  ao  "tempo")  : 15 E sejam para luminares  na  expansão  dos  céus,  para  alumiar  a  terra;  e  assim  foi  (proclama o  fato  de  que  Deus  o disse,  e  Sua  gloriosa  Palavra  contida  tal  poder  que  esses  corpos  planetários nunca  vai realizar  seu  prescrito função)  . 16  E  fez  Deus  os dois  grandes  luzeiros  (o  sol ea  lua)  ;  o  luminar  maior para  governar o  dia  (o sol)  ,  ea  luz  menor  para  governar  a  noite  (na  verdade,  a  Lua  não  tem  luz  dentro  de  si,  é  um  reflexo do  sol,  portanto,  muito  menor,  exatamente  como  diz  a  Escritura)  :  Ele  fez  também  as estrelas  (Deus  "criou"  o  sol,  a  lua  e  as  estrelas,  em  algum  período  de  tempo  desconhecido  "no princípio",  e  depois,  quando  se  prepara  a  terra  para  o  homem,  Ele  "fez",  ou  seja,  "apontou-lhes em  relação  à  Terra  [regulamentada  eles]  os  porta-luz,  como  medidores  de  tempo,  e  como veículos  de revelação "[  Sl.  19  ])  . 17  E  Deus  os pôs no  firmamento  do  céu  para  alumiar  a  terra  (refere-se  a sua  função)  , 18  E  para  governar o  dia ea  noite,  e  para  fazer  separação  entre  a  luz  e  as  trevas;  e  viu  Deus que  era bom  (tudo já está  definido para  a vida  animada, ou  seja, "a vida  animal,  em  oposição  à vida  vegetal")  . 19  E  foi a tarde  ea  manhã,  o  dia  quarto.

QUINTO  DIA

20  E  disse  Deus:  Produzam  as  águas  abundantemente  movimento  a  criatura  que  tem  vida, ea  galinha  que  pode  voar  acima  da  terra  no  firmamento  do  céu  (aqui  as  criaturas  do  mar  são distintos  de  todas  as  criações  anteriores,  e  em  particular  a  partir  de  vegetação,  como  sendo possuidor  de  um  princípio  vital,  o  que  não  significa,  é  claro,  contradiz  a  verdade  conhecida  que as  plantas  são  organismos  vivos,  só  que  o  princípio  da  vida  do  reino  animal  é  diferente  daquele do reino vegetal)  . 21  E  Deus  criou  as  grandes  baleias,  e  toda  criatura  vivente  que  se  move,  que  as  águas abundantemente  produziram  conforme  as  suas  espécies,  e  toda  ave  de  asas  conforme  a  sua espécie;  e  viu  Deus  que  era  bom  (cerca  de  dez  vezes  no  primeiro  capítulo  de  Gênesis  ,  a  frase, "segundo  a  sua  espécie",  ou  semelhante  é  usado,  o  que  atira  para  baixo  completamente  a  teoria da  evolução;  Ciência  nunca  foi  capaz  de  atravessar  a  barreira  e,  na  verdade,  nunca  será  capaz, em  outras  palavras,  não  há  tal  coisa  como  um  animal  que  é  metade  peixe  e  metade  animal terrestre;  assim,  não  há  tal  coisa  como  um  peixe  que  está  a  meio  de  baleias  e  metade  tubarão; a  barreira  sobre os  diferentes  "tipos"  permanece,  e  sempre permanecerá)  . 22  E  Deus  os  abençoou,  dizendo:  Frutificai  e  multiplicai-vos  e  enchei  as  águas  nos  mares;  e as  aves  se  multipliquem  na  terra  (pode-se  perguntar  como  por  que  Deus  não  abençoar  a  vida das  plantas?  deles  Moisés  simplesmente  diz  que  Deus  viu  que  era  bom,  mas  Ele  não  abençoálos;  mas  aqui, Deus  começa  um  novo  modo de propagação, ou  seja, que a partir  de viver  corpos sairão  outros  organismos  vivos  semelhantes,  o  que  não  é  verdade  de  árvores  e  plantas,  a  árvore de  pera,  por  exemplo,  não  produz  outra  árvore  de  pera,  mas  apenas  uma  pêra,  enquanto  uma ave  produz  um  pássaro  e  um  peixe  um  peixe,  etc  .;  aqui,  então,  é  um  novo  trabalho  criativo,  para um  corpo  vivo  propaga  outros  para  fora  de  si  mesmo  ,  na  verdade,  a  Bênção  de  Deus  significa propagação;  Sua  bênção é  tão  poderosa para  se  propagar  como  Sua  maldição é  para  cortar)  . 23  E  foi a tarde  ea  manhã,  o  dia  quinto.

O SEXTO  DIA

24 E  disse  Deus:  Produza  a  terra  seres  viventes  segundo  a  sua espécie;  gado,  e  répteis  e  feras da  terra  conforme  a  sua  espécie;  e  assim  foi  (proclama  o  fato  de  que  Deus  não  deixa  nada  vazio que Ele fez,  mas  fornece  todos com sua  loja  e  riquezas)  . 25  E  fez  Deus  as  feras  da  terra  conforme  a  sua  espécie,  eo  gado  conforme  a  sua  espécie,  e todo  o  réptil  da  terra  conforme  a  sua  espécie;  e  viu  Deus  que  era  bom  (diz-nos  claramente  que Deus criou  cada  espécie de  animal  reino de  tal maneira  que não pode ser  atravessada)  . 26  E  disse  Deus:  Façamos  o  homem  à  nossa  imagem,  conforme  a  nossa  semelhança  (a criação  do  homem  foi  precedida  por  uma  consulta  Divino;  assim,  os  pronomes  "nós"  e  "nosso" proclamar  a  consulta  realizada  pelas  Três  Pessoas  da  Trindade  Divina,  que  eram  um  no  trabalho criativo;  "imagem"  e  "semelhança"  permitir-nos  ter  comunhão  com  Deus,  no  entanto,  isso  não significa  que  somos  deuses,  ou  podem  tornar-se  deuses  "à  Nossa  Imagem  conforme  a  nossa semelhança",  na  verdade,  refere-se  a  verdadeira  justiça  e  santidade [  Efésios  4:24.  )]  ;  e  domine sobre  os  peixes  do  mar,  sobre  as  aves  dos  céus,  sobre  os  animais  domésticos,  e  sobre  toda  a terra,  e  sobre  todos  os  rastejando  coisa  que  se  arrasta  sobre  a  terra  (este  domínio  foi  dada  por Deus  ao  homem,  e  está  sempre  sujeita  a  Deus,  a  relação  do  homem  com  o  equilíbrio  da  criação é  agora  definida  para  ser  uma  das  regras  e  supremacia;  a  esfera  do  Seu  senhorio  é  de  o  menor para  o maior  dos  assuntos  colocados sob  seu domínio)  . 27  E  criou  Deus  o  homem  à  sua  própria  imagem  (a  palavra  "homem"  deve  ter  o  artigo definido,  e  deve  ser  "o  homem",  isto  é,  Adam-o  mesmo  homem,  Adão,  de  que  fala  2:  7  ;  estes não são, portanto, ,  duas  contas  da  criação do  homem, mas  uma declaração divina)  , à  imagem de  Deus  o  criou  (a  imagem  de  Deus  foi  perdida  na  queda,  no  entanto,  a  restauração  da  imagem foi  realizado  na  cruz,  mas  o  conclusão  de  que  a  restauração  não  ocorrerá  até  que  a  Primeira Ressurreição)  ;  macho  e  fêmea  os  criou  (representa,  pelo  menos,  tanto  quanto  se  sabe,  a primeira  vez  que Deus  criou o  sexo feminino,  pelo  menos  no  que  diz respeito  os  seres  inteligentes, não há  registro de qualquer  Anjos do  sexo feminino)  . 28  E  Deus  os  abençoou  (mais  uma  vez,  fala  da  capacidade  de  se  reproduzir)  ,  e  Deus  lhes disse:  Frutificai  e  multiplicai-vos  e  enchei  a  Terra  (a  palavra  "reabastecer"  carrega  a  idéia  de  um ex-criação  na  Terra  antes  de  Adão  e  Eva,  de  acordo  com  Isaías  14  e  Ezequiel  28  ,  Lúcifer  governou este  mundo  por  um  período  indeterminado  de  tempo,  e  fê-lo  em  justiça  e  santidade  como  um belo  anjo  criado  por  Deus,  se,  de  fato,  ele  se  pronunciou  o  mundo  naquela  época  ,  ele  estaria com  a  razão  que  tinha  de  haver  algum  tipo  de  criação  na  Terra  para  ele  a  governar,  a  palavra "reabastecer"  refere-se  que  a  criação)  ,  e  sujeitai-a  (e  que  o  homem  fez,  no  entanto,  ele  teria feito  muito  mais  cedo,  mas  para  o  Outono)  :  e  ter  domínio  sobre  os  peixes  do  mar,  sobre  as  aves dos céus e  sobre  todo  animal que  se  move  sobre  a terra. 29  E  disse  Deus:  Eis  que  vos  tenho  dado  todas  as  sementes  de  erva  rolamento,  que  está sobre  a  face  de  toda a  terra, e  toda a  árvore,  em  que  há fruto  de  uma semente;  ser-vos-ão  para mantimento  (refere-se  ao  fato  de  que  ambos  os  animais  e  os  homens  eram  vegetarianos  antes da  queda;  aliás,  isso  foi mudado depois do dilúvio  [  Gn  9:  3  ])  .

30  E  a  todos  os animais da terra, ea toda a  ave  dos céus, e  tudo  o  que  rasteja  sobre  a terra, onde  há  vida,  tenho  dado  toda  erva  verde  para  a  carne:  e  assim  foi  (isto  diz-nos  que  animais  não foram  originalmente  criado  como  predadores,  por  outras  palavras,  todos  os  animais  foram, então, vegetariano, bem  como, o que  significa  que todos, e  não apenas  alguns,  foram  dócil)  . 31  E  viu  Deus  tudo  quanto  tinha  feito,  e  eis  que  era  muito  bom  (significa  que  ele  não  era simplesmente  bom,  mas  bom  de  ferro;  ele  não  é  homem  sozinho  a  quem  levantamentos  Deus, mas  o  cosmos  concluídas,  com  o  homem  como  seu  coroa  e  glória)  .  E  foi  a  tarde  ea  manhã,  o  dia sexto  (a  palavra  "noite"  significava  o  fato  de  que  o  novo  dia  começou  ao  pôr  do  sol,  em  vez  de 12  meia-noite,  uma vez  que atualmente  faz  em  nossa  contagem  de tempo)  .

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Mt 10.1- (BKJ)

1 Jesus não veio trazer a paz no sentido de uma religiosidade cômoda e inconseqüente. O verdadeiro cristianismo é uma mudança radical de vida com implicações conflituosas, inadequações e até perseguições cruéis. Algumas vezes na própria família (Mq 7.6) e, com certeza, neste mundo secularizado, materialista e agnóstico. A paz do cristão está em sua plena comunhão com Deus (Jo 14.27) e a terra só verá paz completa na volta do Rei Jesus (Is 2.4). Uma das ofensas que mais feriram o coração de Cristo foi ouvir dos teólogos da época (seu povo e família) que realizava milagres e sinais no poder de Belzebu (9.34; 12.24-29; Mc 3.22; Lc 11.1519; Jo 8.52). Chamar o Filho de Deus – o cabeça da raça humana – de Diabo, foi uma das maiores blasfêmias já ditas na história do mundo. Belzebu é a forma grega da expressão hebraica Baal-Zebub que se refere a Satanás, o “príncipe dos demônios” e significa: “senhor das moscas” (2Rs 1.2).  Por isso, é preciso muito cuidado ao julgar e expressar publicamente opiniões dessa natureza contra qualquer pessoa ou movimento cristão. Em 10.38, pela primeira vez em Mateus, aparece a palavra “cruz”. Os cristãos não devem buscar o sofrimento, nem se desesperar diante dele, mas ter a atitude de Jesus: enfrentar as circunstâncias com fé, humildade e coragem. O império romano obrigava seus condenados à morte a caminhar com a trave de suas cruzes nas costas até o local da execução. Os discípulos já haviam visto milhares de judeus serem crucificados, por isso essa ilustração (metáfora) de Jesus foi tão significativa. O crente, salvo por Cristo, deve carregar consigo a mesma cruz: renunciar a si mesmo, para servir com total dedicação ao Senhor Jesus, como mortos para as demandas do sistema mundial e do nosso “eu” (Gl 2.20). Por isso, quem busca freneticamente se dar bem nesta vida, acabará perdendo as bênçãos inerentes à condição dos salvos, agora e eternamente (2Co 5.17). Em 10.42, Jesus conclui esse trecho bíblico fazendo menção notável de recompensa a todos aqueles que ajudam e cooperam com os servos do Senhor no estabelecimento da nova ordem: o Reino de Deus (1Co 15.58; Gl 6.9; Mt 25.35-36). 

sexta-feira, 20 de março de 2015

Mt 3:12 (KJA)

"Em sua mão tem a pá, e limpará a sua eira, e recolherá no celeiro o seu trigo, e queimará a palha com fogo que nunca se apagará."

Algumas versões trazem a expressão: “...e limpará a sua eira”. A Bíblia King James optou por uma tradução mais clara dessa frase, a partir do original grego; pois a “pá”, que Jesus traz em sua mão, tem a ver com uma pá de madeira usada para lançar o cereal triturado ao ar, de modo que a palha, mais leve, fosse carregada pelo vento, e os grãos se amontoassem no solo. Isso significa “limpar a eira” e reforça o cumprimento da profecia de Malaquias (Ml 3.1-6 e 4.1). "

Mt 3:7 (KJA)

"E, vendo ele muitos dos fariseus e dos saduceus, que vinham ao seu batismo, dizia-lhes: Raça de víboras, quem vos ensinou a fugir da ira futura?"

Os fariseus eram a mais influente das seitas do judaísmo no tempo de Cristo. Embora apegados às doutrinas e à ortodoxia, seu zelo, sem o entendimento espiritual da Lei de Moisés levara-os, ao longo dos séculos, a uma observância estrita das normas e regras da Lei e das tradições rabínicas. Eram justos aos próprios olhos e inimigos implacáveis de Jesus Cristo (Mt 9.14; 23.2; 23.15; Mc 12.40; Lc 18.9). Os saduceus, que pertenciam à elite econômica e às famílias sacerdotais, eram anti-sobrenaturalistas (não criam em milagres e no poder sobrenatural de Deus). Opunham-se às tradições dos ensinos e interpretações dos fariseus e colaboravam abertamente com os governantes romanos. Uniram-se aos fariseus apenas em suas perseguições a Cristo (Mt 16.1-4,6). "

Mt 3:2 (KJA)

"E dizendo: Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus."

João começa seu ministério no deserto da Judéia, uma região árida e estéril, ao longo da margem ocidental do mar Morto. O Reino dos céus sinaliza o domínio do céu e dos seus valores sobre a terra e o sistema econômico, político, social e religioso mundial. O povo judeu da época de Cristo esperava esse Reino messiânico (ou davídico) e seu estabelecimento. Foi exatamente esse o Reino que João anunciou como “próximo”. A rejeição de Cristo pelo povo adiou sua plena concretização até a segunda e iminente vinda de Cristo (Mt 25.31). O caráter atual do Reino está descrito na série de parábolas (histórias com objetivo didático) contadas por Jesus em Mt 13. "

MT 2.23 (KJA)

"E chegou, e habitou numa cidade chamada Nazaré, para que se cumprisse o que fora dito pelos profetas: Ele será chamado Nazareno."

A expressão hebraica traduzida por “nazareno” significa: desprezível ou desprezado. Nazaré era o lugar mais improvável para o surgimento ou a residência do Messias, o Ungido de Deus e libertador do povo de Israel (Sl 22.6; Is 11.1; Is 53.3; Mc 1.24). "

MT 2.1-5 (KJA)

1. Após o nascimento de Jesusem Belém da Judéia, nos dias do rei Herodes, eis que alguns sábios vindos do Oriente chegaram a Jerusalém.
2. E, indagavam: “Onde está aquele que é nascido rei dos judeus? Pois do Oriente vimos a sua estrela e viemos adorá-lo”.
3. Quando o rei Herodes ouviu isso, ficou perturbado e toda a Jerusalém com ele.
4. Tendo reunido todos os príncipes dos sacerdotes e os escribas do povo, perguntou-lhes onde havia de nascer o Cristo.
5. E eles lhe responderam: “Em Belém da Judéia, pois assim escreveu o profeta:

1 O primeiro calendário foi elaborado por Dionísio Exíguo, de Roma (no século VI) e adotado em todo o mundo predominantemente cristão. Com o surgimento de novas e mais precisas tecnologias para a medição do tempo, constatou-se que Dionísio errou em pelo menos 4 anos em relação ao mais antigo calendário romano. Herodes, chamado “O Grande”, recebeu, do Senado romano, o título de “rei da Judéia” e, por isso, ficou conhecido como “rei dos judeus”. Durante seu reinado (de 39 a.C. a 4 a.C.) mandou matar todas as crianças de Belém, de até 2 anos de idade. Nessa época Jesus estaria em seu segundo ano de vida. E os cálculos demonstram que teria nascido quase 5 anos antes do “Anno Domini” (ano oficial do nascimento do Senhor). Quanto à expressão “sábios”, como traduzida pela Bíblia King James, refere-se a um grupo de sacerdotes babilônios, gentios, reconhecidos entre os povos medo-persas como mestres, cientistas, astrônomos, e que se dedicavam ao estudo da medicina e da astrologia. Algumas versões trazem a expressão “magos”, mas em nossos dias essa palavra tem uma conotação estritamente mística e ocultista. A tradição das igrejas cristãs acrescenta que eles eram três reis, devido aos três presentes de alto valor monetário oferecidos a Jesus, mas isso não tem comprovação bíblica.

2 Séculos mais tarde, o astrônomo Kepler calculou que essa imagem de estrela reluzente se tratava da conjunção de Júpiter e Saturno na constelação de Peixes, em 7 a.C. Na China, o mesmo fenômeno foi observado no ano 4 a.C. e interpretado como o aparecimento de uma estrela variável, com surgimento e desaparecimento periódicos.

3 Herodes convoca os responsáveis pela vida religiosa e moral da nação judaica. Os sumos sacerdotes eram os membros das grandes famílias sacerdotais de Jerusalém. Os escribas geralmente pertenciam ao partido político dos fariseus; eram também doutores da Lei e estudantes profissionais, pagos para estudar e ensinar, ao povo, a Lei e as tradições rabínicas. Também funcionavam como advogados públicos, sendo-lhes confiada à administração da lei e da ordem, como juízes no Sinédrio (22.35). Esses dois grupos se unem contra Jesus, em 21.15. Mateus associa com mais freqüência os sumos sacerdotes aos anciãos do povo (26.3,47; 27.1). O sentido em ambos os casos é o mesmo: os principais responsáveis pelo drama de um povo são seus líderes e chefes.

4 A palavra “profeta” deriva do grego “pro” que significa “para adiante” ou “à frente” e “phemi” que quer dizer “o que fala”. O profeta é aquele que traz a mensagem de Deus, o servo que anuncia prioritariamente, antes de tudo, a Palavra do Senhor. Esse ministério pode incluir a previsão de futuros eventos. Deus continua a falar através de seus profetas nas igrejas de hoje. Os arautos de Deus nos orientam e ensinam a ouvir o Espírito Santo e a obedecer à Palavra. Entretanto, a Bíblia também nos adverte quanto aos “falsos profetas”, pessoas que são lideradas por um espírito diferente do Espírito Santo e causam confusão à comunidade e grande dano a si próprios (Jr 7.4, Jr 14.14, Lm 2.4, Ez 13.6, Mt 7.15, Mt 24.11-24, 2Pe 2.1, Ap 19.20).       

5 Mq 5.2; Jo 7.42; Ap 2.27

Mt 1:23 (KJA)

"Eis que a virgem conceberá, e dará à luz um filho, E chamá-lo-ão pelo nome de EMANUEL, Que traduzido é: Deus conosco."

"Mateus demonstra de forma clara e inquestionável que Jesus Cristo é o Messias prometido nas diversas profecias do AT, como nesse texto de Is 7.14. (Mt 2.15-23; 8.17; 12.17; 13.25; 21.4; 26.54-56; 27.9; cf. 3.3; 11.10; 13.14, etc.) O próprio Jesus usa as Escrituras para comprovar sua identidade e ministério (Mt 11.4-6; Lc 4.21; 18.31; 24.44; Jo 5.39; 8.56; 17.12, etc.) "

Mt 1:21 (KJA)

"E dará à luz um filho e chamarás o seu nome JESUS; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados."

Jesus (em hebraico Yehoshú’a) significa Yahweh Salva ou “O SENHOR é a Salvação”. Yahweh é o nome judaico impronunciável, sagrado e sublime de Deus, na maioria das vezes traduzido por: SENHOR. Em hebraico: (Êx 6.3; Is 41.4). Em grego Egô Eimi. "

Mt 1:19 (KJA)

"Então José, seu marido, como era justo, e a não queria infamar, intentou deixá-la secretamente."

O noivado judaico da época era um compromisso tão solene, que os noivos passavam a se tratar como marido e mulher. A Lei, contudo, proibia qualquer relação sexual antes do casamento formal. O noivado só poderia ser desfeito por infidelidade, que era punida com repúdio público e apedrejamento (Gn 29.21; Dt 22.13-30; Os 2.2).

MATEUS 1.6 (KJA)

Mt 1.6 Jessé gerou o rei Davi, e o rei Davi gerou a Salomão, daquela que foi mulher de Urias;

A expressão “daquela que foi mulher” não se encontra nos originais em grego; entretanto,  desde 1611, a Bíblia King James traz, junto ao texto bíblico, essa explicação rabínica, cujo emprego passou a se observar na maioria das traduções e versões posteriores, em diversas línguas. KJA

quarta-feira, 18 de março de 2015

Ap 1:18

"E o que vivo e fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre. Amém. E tenho as chaves da morte e do inferno."

No AT, há uma profusão de referências ao “Deus Vivo” (Js 3.10; Sl 42.2; 84.2), que se aplicam a Jesus Cristo, em contraste aos “deuses mortos” do paganismo. Cristo tem vida em si mesmo e possui absoluto domínio sobre todos os seres vivos e mortos. Hades, palavra grega que pode ser traduzida por “inferno”, “sepulcro”, “morte” ou “lugar dos mortos” (Mt 16.18)." (King).

Referência: Ap 1:4

"João, às sete igrejas que estão na Ásia: Graça e paz seja convosco da parte daquele que é, e que era, e que há de vir, e da dos sete espíritos que estão diante do seu trono;

A mensagem foi dirigida às sete igrejas, ou seja, àquelas enumeradas no v.11 e a todas as demais igrejas cristãs em todas as épocas. O termo grego ekklesia “assembléia” era usado para “convocar” as pessoas para as “reuniões” dos crentes primitivos. As igrejas localizadas na província romana da Ásia, na época de João, hoje uma região da Turquia ocidental, formavam um círculo geográfico na Ásia, com uma distância de cerca de 80 km entre uma e outra. Curiosamente, seus nomes são citados no sentido horário, partindo de Éfeso em direção ao norte até Laodicéia, a leste de Éfeso. Todas as sete igrejas receberam cópias completas do livro com a recomendação de não apenas lerem, estudarem e praticarem a Palavra de Deus, mas igualmente, de proclamarem a Salvação e o Dia do Senhor a todo o mundo. O vocábulo grego “Graça” é usado apenas duas vezes neste livro, aqui e no último versículo (22.21). No entanto, Paulo o usa mais de 100 vezes, evidenciando que vivemos a era da Graça, quando Deus está caminhando pela terra, com seu Espírito e sua Igreja, oferecendo liberalmente sua Salvação (Jn 4.2; Jo 14.27; 20.19; Gl 1.3; Ef 1.2). João parafraseia um dos títulos de Cristo para ressaltar seu poder e eternidade (Êx 3.14,15; Hb 13.8; Ap 4.5). Algumas versões trazem a expressão “os sete espíritos”, todavia, o sentido mais apropriado é compreendido ao aplicarmos a simbologia do número 7 à autoridade absoluta e perene do Espírito Santo (Is 11.2; Zc 4.2,10). " (king).

Referência: Ap 1:2

"O qual testificou da palavra de Deus, e do testemunho de Jesus Cristo, e de tudo o que tem visto." Ap 1:2

Os leitores ocidentais, especialmente, devem estar atentos ao estilo apocalíptico (simbólico) desta obra, muito comum no Oriente ainda hoje. Mais de 50 vezes o número 7 aparece em todo livro, significando “inteireza”, “perfeição”. Aqui temos, por exemplo, a primeira das sete “bem-aventuranças” que aparecem em todo o livro (14.13; 16.15; 19.9; 20.6; 22.7,14). O termo grego makarios tem um sentido muito mais amplo e profundo do que a expressão “feliz” poderia comunicar. Portanto, “bemaventurados” transmite melhor o poder e a maravilha da bênção que está reservada para todos aqueles que humildemente lerem ou ouvirem as palavras deste livro (Mt 5.3; Sl 1.1). O vocábulo “profecias” refere-se tanto à previsão de eventos futuros, quanto à proclamação da Palavra de Deus. O Senhor retarda o grande Dia do Juízo para que fique, a cada dia, mais notória a sua longanimidade (Mt 10.39; 18.11; Lc 19.10; Jo 17.12) e a incapacidade do ser humano caído (Gn 3) proporcionar à própria humanidade um mundo justo, sadio e solidário. Contudo, seu glorioso retorno pode ocorrer a qualquer momento (Tg 5.9). " (king)

Apocalipse 1.1-2

Revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe concedeu para mostrar a seus servos os acontecimentos que em breve devem se realizar, e que Ele, por intermédio do seu anjo, expressou ao seu servo João,
2 o qual comprovou tudo quanto viu da Palavra de Deus e o testemunho de Jesus Cristo.

1 A expressão grega apokalipsis “revelação”, significa literalmente “tirar o manto”, isto é, “descobrir”, “tornar claro algo obscuro”, “trazer um mistério à luz da compreensão”. Aqui a mensagem (revelação) vem de Cristo, por meio de um “anjo intermediário” (a palavra “anjo” ocorre mais de 70 vezes neste livro), e é ministrada a João através de símbolos, que é o sentido do termo grego semainõ “significar”, “expressar” (ensinar por simbologia). Essa compreensão nos leva à chave da interpretação geral deste livro: ensinamento simbólico. João, apóstolo, e conhecido como “o discípulo amado” de Cristo, irmão mais novo do apóstolo Tiago, primo de Jesus e autor do evangelho e das epístolas que levam seu nome, foi escolhido por Deus para receber essa advertência divina e transmiti-la a todos os demais “servos” (em grego “escravos”) de Jesus em todo mundo. Sabendo que tais “eventos” estão em processo desde a assunção de Cristo aos céus e, portanto, seu glorioso retorno é certo e iminente (Jo 19.25; 21.2,20,24; Mt 27.56; Mc 3.17; 15.40; Lc 9.52-56; Ap 22.6-20). (KJ).

quinta-feira, 12 de março de 2015

CURADO DE DUAS DOENÇAS MORTAIS

E certa mulher que, havia doze anos, tinha um fluxo de sangue, e que havia padecido muito com muitos médicos, e despendido tudo quanto tinha, nada lhe aproveitando isso, antes indo a pior; ouvindo falar de Jesus, veio por detrás, entre a multidão, e tocou na sua veste. Porque dizia: Se tão-somente tocar nas suas vestes, sararei (Marcos 5:25-28).

CURADO DE DUAS DOENÇAS MORTAIS

O Senhor Jesus estava cercado de uma multidão que ouvia sobre Seus milagres e Suas maravilhosas palavras e desejavam ansiosamente vê-Lo. Então uma mulher desesperada se aproximou. Ela padecia de uma doença mortal e não havia esperança de cura. Por certo, ela tinha fé que o Senhor Jesus pudesse ajudá-la, mesmo que ela não se aproximasse diretamente delepara pedir isso. Aparentemente, ela estava receosa de falar com ele, e então em secreto enfrentou a multidão para tocar em Suas vestes. No mesmo instante ficou curada. Durante alguma provação que enfrentou, você já pensou que seu problema não era tão importante para ser colocado diante do Senhor Jesus, ou que com tantas coisas terríveis no mundo suas preocupações eram insignificantes para ele? Rejeite tais pensamentos! Somos chamados a lançar sobre ele toda a nossa ansiedade, porque ele tem cuidado de nós (1 Pedro 5:7). Não importa quem você é, o Senhor Jesus lhe ama mais do que você pode imaginar. Aquela mulher tinha uma outra doença que nem sequer suspeitava. Essa doença fatal é compartilhada por cada leitor que não conhece o Jesus como Senhor: a doença é o pecado! Nenhum médico no mundo é capaz de curar isso. A cura só pode vir através da obra do Senhor Jesus na cruz e de nossa fé nele. Você também pode ser curado se crer nele.

sábado, 7 de março de 2015

Gênesis 3.24

3.24 Querubins, uma categoria de anjos; têm a tarefa de zelar pela santidade de Deus. Por isso Deus mandou que, no Santo dos Santos, Moisés colocasse dois querubins de ouro, simbolizando o local da presença sagrada e gloriosa de Deus no tabernáculo (Êx 37.7-10).

Gênesis 3.23

3.23 A separação é o resultado inevitável do pecado (cf. Is 59.2). O pecado e o paraíso (significando o lugar onde Deus pode ser encontrado para com Ele manter-se Comunhão) são realidades incompatíveis. 

Gênesis 3.22

3.22 Foi devido à misericórdia de Deus que não se permitiu ao homem comer da "árvore da vida", de modo a perpetuar e agravar ainda mais a sua condição pecaminosa.

Gênesis 3.21

3.21 A tentativa feita pelo homem de cobrir-se com folhas (7), era tão inadequada como o desejo de desculpar-se pelo pecado. A provisão de Deus, fazendo-lhes vestimentas de peles é o primeiro vestígio da exigência divina de uma vítima sacrificial que ofereça uma cobertura (propiciação: heb caphar) capaz de promover a reconciliação.

Gênesis 3.20

3.20 Eva quer dizer vida. A linguagem primitiva não era a hebraica mas, à medida que os pensamentos se transmitem de uma para outra língua, os nomes vão se ajustando para manterem a significação original. 

Gênesis 3.15

3.15 Aqui está que se denomina de Proto-evangelho, isto é, a primeira referência feita ao necessário Redentor, capaz de efetuar a purificação pelo pecado, bem como pagar a horrenda pena que este acarreta. Observe-se que o termo "descendente" encontra-se no singular, portanto, uma referência clara feita a certa pessoa (Cristo) descendente de Eva, e não a toda a raça humana (cf. Gl 3.16). 

Gênesis 3.12, 13

3.12,13 Sintomático do estado impenitente reinante nos corações de Adão e Eva é a maneira como procuram lançar a culpa um sobre o outro. 

Gênesis 3.10

3.10 A consciência despertada com relação ao pecado e, em conseqüência, a vergonha, leva ao temor e à tentativa de esconder-se, mostrando claramente a natureza decaída da humanidade, desde então, até a presente. 

Gênesis 3.1

 N. Hom. 3.1 Nem Deus nem o homem é autor do pecado, pois este é algo que vem de fora, mediante a serpente (Satanás, cf. 2 Co 11.14; Ap 12.9 e 20.2). Observe-se que a tentação está associada à dúvida relativa à Palavra de Deus, "Deus disse".
São estes os estágios da tentação: 1) A curiosidade e a desconfiança despertadas em Eva (v. 1), 2) Insinuação de tríplice dúvida com referência a Deus: sua bondade no tocante à restrição; sua retidão relativamente à afirmação de que morreriam (v. 4); e, por fim, sua santidade quando Satanás assevera que, ao contrário de morrerem, "como Deus, sereis conhecedores do bem e do mal" (v. 5) - esta tríplice dúvida conduz à 3) Incredulidade, que por seu turno se desfecha na 4) Desobediência (v. 6). 

Gênesis 2.25

2.25 O capítulo 2 revela o propósito de Deus para com a humanidade e, conseqüentemente, para com cada indivíduo: 1) Afinidade do homem com Deus (v. 7);.2) Culto que o homem tributa a Deus (v. 3); 3) Comunhão do homem com Deus (v 16); 4) Cooperação do homem com Deus (v. 18); 5) Lealdade de homem para com Deus (v. 19); 6) Vida social do homem como algo proveniente de Deus, e que visa a Deus (v. 24). 

Gênesis 2.20-25

2.20-25 "Adão e Cristo". Ef 5.22-23, ensina que a Igreja (incluindo todos os crentes) está para Cristo assim como Eva estava para Adão: 1) Cristo, em certo sentida, necessita e busca nossa companhia como "ajudador", ou algo que o completa; 2) somos espiritualmente segregados de Cristo a fim de novamente com ele nos identificarmos em um corpo; 3) ninguém poderá tornar-se como "carne da mesma carne" com Cristo, se não se dispuser a abandonar a velha habitação que é o mundo (cf. 1 Jo 2.15).

Gênesis 2.19

2.19 As palavras "homem" e "Adão" tem o mesmo sentido em hebraico. 

Gênesis 2.11

2.11 A terra de Havilá banhada pelo Pisom estava na vizinhança do Éden. Outra Havilá é mencionada (25.18) como região de Israel; também 1 Sm 15.7, se refere a uma Havilá, região habitada por amalequitas e descendentes de Esaú, que ficava no deserto da Arábia. 

Gênesis 2.4

2.4 A palavra traduzida como "gênese" é toledoth no hebraico, que pode referir-se às fontes históricas de que Moisés dispunha, ou pode ser tão somente a indicação de certa descontinuidade relativamente ao que ficara dito antes, ao introduzir-se novo assunto (cf. outras ocorrências da mesma palavra em 5.1; 6.9; 10.1; 11.10; 11.27; 25.12, 19; 36.1, 9; 37.2. Cf. NCB p. 81).

Gênesis 2.2

2.2 O descanso de Deus, no sétimo dia, compreende a cessação do trabalho criador e a satisfação em face do que tinha sido realizado. Trata-se de um dia separado (consagrado) para um propósito especial, incluindo o repouso físico e o reconhecimento da bondade divina mediante o culto (cf. Êx 20.7 N. Hom.).

Gênesis 2.1

2.1 No capítulo 2, o pensamento relativo à criação não é mais o que domina. No capítulo 1, o homem aparece como sendo a finalidade e a coroa da criação; no capítulo 2, ele aparece como dando início à história.

Gênesis 1.27

1.27 A imagem de Deus significa ser dotado das faculdades de raciocinar, de expressar emoções e de agir voluntariamente. Particularmente, indica a capacidade que o homem tem de manter íntima comunhão com seu Criador. Duas palavras são usadas no original hebraico para expressar a atividade criativa de Deus neste capítulo: bara "criar do nada", vv. 1, 21, 27 (o universo, a vida e a alma) e asah, usualmente traduzido por "fazer". Parece haver alguma significação especial no emprego de "criar" com referência à criação do mundo e ao homem dotado de natureza espiritual (cf. NCB, p 83).

Gênesis 1.21,22

1.21,22 Criou... multiplicai-vos, O poder de Deus demonstrado na criação de toda criatura do nada (ex nihilo), continua em forma derivada na procriação autônoma das suas criaturas. A fertilidade não é divina, como muitas religiões dos tempos do AT entenderam, mas é uma graciosa extensão do poder de Deus a suas criaturas. 

Gênesis 1.14

1.14 Sejam eles para sinais. Isto é, marcarão o ano para o serviço de Deus (Lv 23.4) e o bem do homem. Falarão de Deus, e não de azar (Jr 10.2). E negada aqui toda a astrologia, antiga e moderna, sendo que os luzeiros governam somente como fornecedores de luz, não com poderes sobre a vida humana. 

Gênesis 1.11

1.11 Segundo a sua espécie (ver também os vv. 12, 21, 24, 25) parece limitar a reprodução tanto de plantas como de animais e também do homem a grupos gerais ou espécies. A admissão de que as formas mais elevadas de vida se tenham evoluído das inferiores, não se harmoniza com este ensino.

Gênesis 1.5

1.5 A palavra "dia" tanto poderá significar o período de 24 horas como também (assim alguns o admitem) toda uma era geológica de extensão indefinida (cf. 2.4 onde o termo "dia" tem referência a todos os seis períodos da criação). Cf. Sl 90.4.

Gênesis 1.2

1.2 Alguns estudiosos da Bíblia admitem que a palavra "era" deveria ser traduzida "tornou-se", indicando a hipótese de que a criação original teria sido destruída por ocasião da queda de Satanás no pecado. Significaria então, que a criação descrita nos versos seguintes, tem referência à presente criação e não a uma criação anterior, da qual é possível identificarmos as evidências nos fósseis e na história geológica. É significativo que a criação seja resultado da atividade criadora de um Deus Pessoal, e não de forças cegas e destituídas de inteligência, como é o caso nas cosmogonias antigas e na teoria da Evolução, todas estranhas à Bíblia. Não obstante o fato de ser este capítulo incompleto, do ponto de vista científico, não se pode demonstrar que seja inexato cientificamente. Religiosamente, este capítulo é exato e completo. 

Gênesis 1.1

1.1 O título hebraico do livro provém de suas primeiras palavras (bereshith - "no princípio"). Por todo o livro, nota-se que o propósito é tratar de "princípios". Nenhuma razão existe para que se estabeleça uma data para a criação do mundo ou do universo com base neste versículo. Muitos cristãos genuínos aceitam a estimativa de uma idade extremamente antiga para o universo. Bem pode ser que milhões de anos tivessem transcorrido entre os vv. 1 e 2. Cf. Hb 11.3 (gr oiõnas: eras), 2 Pe 3.8. 

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Deuteronômio 9.1-29 - (através da Bíblia)

Deuteronômio 9.1-29
Olá amigo estamos iniciando mais um programa da série Através da Bíblia, quero saudá-lo, desejando sobre você e toda a sua família as mais preciosas bênçãos do Senhor. É um prazer estar junto com você nesse encontro em que temos estudado a Palavra do Senhor e especificamente o livro de Deuteronômio. Como temos repetido, para nós é muito bom saber que você está dedicando um tempo específico para a meditação da Palavra de Deus. Sabemos disso pelas correspondências que recebemos de vocês e por isso, no início desse programa quero convidá-lo para a conversa que hoje teremos com a irmã VCE da cidade de Varginha em MG. Ela diz: "Pr Itamir estou entrando em contato para que me envie o estudo deste mês, estou acompanhando pela BBN no horário das 12h30. Estou aguardando ansiosa este estudo”. Querida irmã, muito obrigado por suas palavras. Como respondi seu e-mail, estamos nos esforçando para que os nossos 1ºs livros GN e MT sejam colocados à disposição dos que quiserem adquiri-los. Dentro em breve vamos publicá-los e assim todos os livros da série. Será um privilégio compartilhar também assim a Palavra de Deus. Diante disso quero convidar a todos vocês e você especificamente a colocar esse projeto e as nossas vidas diante do Senhor. Vamos orar: "Querido Deus e Pai, chegamos à tua presença reconhecendo tua soberania, teu poder, tua onisciência. Reconhecemos que tudo conheces e sabe que necessitamos da iluminação do teu Espírito para o nosso estudo de hoje e a tua benção para as nossas vidas pessoais e para esse projeto de divulgação da Tua Palavra. Pai, te pedimos então a tua graça sobre nós. Dê-nos a capacitação para te obedecer. Pedimos isso em nome de Jesus Cristo, Amém"!

Querido amigo, hoje vamos estudar o capítulo 9 de DT, com seus 29 versos. Este é um texto que faz parte da segunda divisão: “Perigos da idolatria” que abrange os capítulos 7-11 que concluiremos no próximo programa.
Estes versos quando estudados de modo geral nos sugerem como título: A vitória divina diante do fracasso humano. Como temos visto nos últimos programas Moisés deixava claro à 2ª geração que o fato deles estarem a um passo de conquistarem a terra prometida era resultado da graça de Deus. Israel não deveria ter um mal entendimento sobre isso. Israel não deveria se achar digno ou merecedor de herdar uma terra para si, ele que tinha sido um povo escravo e a quarenta anos vivia como nômade no deserto. Deus dissera que o povo de Israel herdaria a terra prometida, não porque fosse um povo justo. Não porque a justiça própria o conduzisse àquela conquista. Todos os acontecimentos eram resultados do plano de Deus e por causa das promessas feitas aos antigos patriarcas, Abraão, Isaque e Jacó. E por outro lado, ao mesmo tempo, os povos que foram destruídos daquela terra foram destruídos como um julgamento de Deus devido aos seus muitos pecados e completa corrupção. Há mais de quatro séculos Deus vinha tolerando pacientemente a vida completamente entregue a idolatria e devassidão daqueles povos. Até que o cálice da ira de Deus chegou a transbordar. Assim, se de um lado Deus estava castigando os povos ímpios por causa da completa idolatria, corrupção e devassidão, do outro Israel estava sendo colocado naquela terra, com a afirmação de que não era por justiça própria, ou por merecimento que recebiam aquela bênção. Era a misericórdia de Deus, era a fidelidade divina às promessas feitas aos patriarcas.
Diante dessas constatações podemos perceber que a mensagem deste texto nos lembra a graça de Deus, pela qual somos salvos ainda hoje. Em todas as partes da Bíblia, o Espírito Santo de Deus lembra ao pecador esta grande verdade, porque o homem tem a tendência e é tentado a pensar que recebe a salvação de Deus por causa dos seus méritos, por causa das suas obras e virtudes. A Palavra de Deus diz que não. Ninguém pode se salvar por esforços pessoais, por obras que realiza, por justiça própria. E é exatamente neste ponto onde há o equívoco religioso mais perigoso e de conseqüência espiritual mais lamentável e fatal. Porque quando a pessoa pensa que pode por seus próprios meios merecer ou ganhar a salvação, então, muitas vezes sem saber, está abandonando o único meio de salvação, o único caminho para a salvação proposto por Deus. Deus nos revelou que é por meio da fé na graça Dele mesmo, revelada em Cristo e na sua morte na cruz, que somos salvos. O apóstolo Paulo foi levado pelo Espírito de Deus a escrever sobre isto, porque muitas pessoas, no primeiro século, tinham a tendência de pensar como muitos pensam hoje: que o homem pode salvar pelos seus próprios méritos. Então escrevendo aos efésios o apóstolo disse: [Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie] (Ef 2.8-9), e já no final da sua vida ao escrever para Tito, seu filho na fé foi ainda mais enfático ao dizer: [Porquanto a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens] (Tt 2.11). Ora, fica claro que a salvação é de graça. É de graça para qualquer pecador. Porém, esta salvação que nos é oferecida gratuitamente a todos, que nos é apresentada como o dom gratuito de Deus a todos os homens, custou um grande preço, um preço de valor infinito. Custou o preço da vida do próprio Filho de Deus, quando na cruz derramou o seu sangue para nos salvar, livrando-nos da condenação e nos oferecendo perdão e a completa e perfeita salvação. Hoje o homem que é salvo, é salvo por meio da fé em Cristo, pois em Cristo a graça divina se manifestou a todo ser humano.
Assim, Israel estava sendo salvo, do Egito, da escravidão e do deserto por causa da graça de Deus. E, assim este texto pode ser resumido de modo desafiador com a seguinte frase: Todos nós somos desafiados a perceber na graça de Deus a razão de sermos abençoados. E, se em resumo este texto nos faz essa afirmação, quando o detalhamos, encontramos sete verdades que devemos perceber sobre a graça divina:

Em 1º lugar, nos vs.1-3 as conquistas alcançadas são obra divina e não humana.

Esses versos são enfáticos:
1)nações maiores;
2)nações mais fortes;
3)cidades grandes;
4)cidades amuralhadas;
5)povo grande;
6)povo alto; e 7) filhos dos anaquins; isto é, os primeiros habitantes de Canaã, sempre considerados como gigantes, conf. Nm.13.32 e Dt 2.10.

Diante dessa descrição Israel só conquistaria a terra da promessa através das claras ações divinas:
1)Deus passaria adiante deles;
2)Deus seria fogo que consumiria;
3)Deus os destruiria;
4)Deus os subjugaria;
5)os desapossaria;
6)os faria perecer;
7)Deus estava comprometido com as Sua promessas.

Temos que ter bem claro em nossas mentes que somente pela graça divina é que diante de tantos obstáculos que as circunstâncias levantam contra nós podemos alcançar qualquer vitória. Na verdade Deus é quem alcança essas vitórias e nos dá graciosamente. Essa é uma verdade da qual não podemos nos desviar. Não há força em nós para sermos vitoriosos, mas da vitória divina podemos nos apropriar!

Em 2º lugar, nos vs.4-6 a justiça divina e não a humana revelam-se nas conquistas.

Um outro aspecto que deve ser ressaltado, enfatizado e destacado refere-se a causa, a razão pela qual podemos desfrutar dessas vitórias divinas. Nos versos 4-5 Deus claramente disse, através de Moisés: [...não digas no teu coração, por causa da minha justiça é que o Senhor me trouxe a esta terra para a possuir... Não é por causa da tua justiça, nem pela retitude do teu coração que entras a possuir a terra,]. Não era por Israel ser um povo justo que herdaria a terra. Israel deveria se lembrar sempre que estava sendo usado com um instrumento de punição nas mãos de Deus. Nos vs.4-5 temos essas palavras: [...porque, pela maldade destas gerações, é que o Senhor as lança de diante de ti... mas pela maldade destas nações o Senhor teu Deus, as lança diante de ti...]. Sim, Israel, eu e você não temos justiça suficiente para apresentarmos diante de Deus para merecermos alguma dádiva divina. Temos que nos lembrar, como disse Isaías: [Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças, como trapo de imundícia; todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniqüidades, como um vento nos arrebatam (64.6)]. Nós não temos nada de bom a apresentar para Deus. Tudo o que temos ou recebemos são resultados da Sua graça e da Sua misericórdia! Pela Sua graça e diante dos seus planos, temos o privilégio de sermos usados como instrumentos divinos para cumprir com os seus propósitos para com aqueles que não temem e não se submetem ao Senhor. Temos que nos lembrar que Deus realizou aquelas bondosas ações para com Israel, e realiza boas ações para conosco porque Ele está comprometido com a Sua Palavra. Deus está comprometido com as suas promessas. Israel estava desfrutando das promessas que Deus tinha feito a Abraão, Isaque e Jacó (v.5) e, talvez você e eu estejamos desfrutando das promessas que Deus fez aos nossos antecedentes, ou a irmãos que oraram, que intercederam por nós! Eu mesmo sou testemunha de quantas orações minha mãe elevou a Deus em favor de nós, seus filhos, e resultado disso é que dois de nós quatro estamos diretamente envolvidos nesse ministério sagrado. Tudo é graça divina, pois a nossa condição, como era a de Israel é exposta na última frase do v.6: [pois tu és povo de dura cerviz]. Aos olhos de Deus, por nossa própria vontade somos um povo obstinado. Temos que reconhecer essa condição e pedirmos a misericórdia e o perdão divinos.

Em 3º lugar, nos vs.7-17 a tendência humana é provocar o Senhor.

Nestes versos, como quê para comprovar essas duas verdades iniciais, Moisés recordou com a 2ª geração os acontecimentos de ocorreram em Horebe, no Sinai há quatro décadas passadas. Enfatizando de forma positiva, “lembrai-vos” e de forma negativa “não vos esqueçais”, Israel foi convocado a constatar a dureza do seu coração, a sua incredulidade, que surgiu desde o começo, logo depois que foi liberto e firmou a aliança com Yahweh. Israel provocou a ira de Deus pela maneira como agiu quando Moisés estava recebendo a Lei do Senhor. Nos versos 9-10 Moisés recordou: [Subindo eu ao monte a receber as tábuas de pedra, as tábuas da aliança que o Senhor fizera convosco, fiquei no monte quarenta dias e quarenta noites; não comi pão, nem bebi água. Deu-me o Senhor as duas tábuas de pedra, escritas com o dedo de Deus; e, nelas, estavam todas as palavras segundo o Senhor havia falado convosco no monte, do meio do fogo, estando reunido todo o povo].
Ao recordar esses acontecimentos, muitos dos israelitas que estavam ouvindo Moisés certamente se lembravam deles. Talvez fossem pequenos, adolescentes ou jovens, mas tinham uma lembrança muito forte daquela manifestação gloriosa de Deus. Mas, Moisés continuou mostrando-lhes como eles tinham provocado ao Senhor, conforme os vs 11-17:[Ao fim dos quarenta dias e quarenta noites, o Senhor me deu as duas tábuas de pedra, as tábuas da aliança. E o Senhor me disse: Levanta-te, desce depressa daqui, porque o teu povo, que tiraste do Egito, já se corrompeu; cedo se desviou do caminho que lhe ordenei; imagem fundida para si fez. Falou-me ainda o Senhor, dizendo: Atentei para este povo, e eis que ele é povo de dura cerviz. Deixa-me que o destrua e apague o seu nome de debaixo dos céus; e te faça a ti nação mais forte e mais numerosa do que esta. Então, me virei e desci do monte; e o monte ardia em fogo; as duas tábuas da aliança estavam em ambas as minhas mãos. Olhei, e eis que havíeis pecado contra o Senhor, vosso Deus; tínheis feito para vós outros um bezerro fundido; cedo vos desviastes do caminho que o Senhor vos ordenara. Então, peguei as duas tábuas, e as arrojei das minhas mãos, e as quebrei ante os vossos olhos]. Esse foi o pecado de Israel, um pecado que feriu o coração de Deus. Um pecado de precipitação, de impaciência e de imprudência. Esta foi uma grande afronta, uma provocação do povo ao seu Deus. Lá no Egito o povo daquela terra adorava os animais e principalmente o boi, o touro. E aqui Moisés relembrou daquele bezerro que o povo de Israel fez para adorar, depois de haver saído do Egito. O povo havia saído do Egito, mas o Egito não havia saído do povo. Os pecados e os vícios pagãos do Egito ainda estavam presentes nos seus corações. Israel havia sido tirado da escravidão egípcia pelo poder de Deus, mas se lembrava ainda das comidas e dos ídolos do Egito revelando o desejo de terem permanecido lá. Esse perigoso pensamento pode vir à mente e ao coração do novo convertido. Diante de certas circunstâncias, essa tentação pode atacar um cristão de mais tempo e ele pode até cair numa fraqueza tal, a ponto de fazer também o seu bezerro de ouro. Se isso ocorrer será uma grande afronta a Deus, que é Deus zeloso, que não divide a sua glória com ninguém. A advertência, pois é que não provoquemos o Senhor à ira!

Em 4º lugar, nos vs.18-21 constata-se a necessidade de um intercessor.

Nesses versos Moisés continuou o seu relato e contou como tinha servido como intercessor. As palavras desses versos nos dão uma idéia do que representa o pecado para Deus. Pouca gente tem uma idéia do que significa o pecado aos olhos de Deus. Moisés chegou a ficar na presença de Deus durante quarenta dias orando e intercedendo em favor do povo e, especificamente por Arão. Deus poderia ter destruído todo o povo naquele momento. Mas, graças à oração intercessória de Moisés o povo foi salvo. E, em relação a nós, Cristo é o nosso intercessor. Se Cristo não tivesse vindo ao mundo para morrer na cruz em favor dos nossos pecados, não haveria salvação para ninguém. Jesus é o nosso intercessor. Jesus é quem nos abre a possibilidade de comunhão com Deus. Assim, temos que ter estes dois pontos muito claros, na mente e no espírito.

Em 1º lugar, de fato, o pecado ofende a Deus. A prova disto foram os grandes julgamentos que têm sido enviados do céu contra os homens em tempos de incredulidade e de corrupção.
E em 2º lugar, precisamos lembrar que a intercessão tem grande poder. E a grande bênção nessa área é que além da intercessão do Espírito Santo (Rm 8.27), temos também a intercessão de Jesus (Rm 8.34).

Em 5º lugar, no v. 22 percebe-se a tendência humana de desobedecer a Deus.

Moisés continuou relembrando as ações de Israel. São essas as palavras deste verso: [Também em Taberá, em Massá e em Quibrote-Hataavá provocastes muito a ira do Senhor]. Nessas ocasiões as atitudes de Israel também provocaram a ira de Deus. Em Massa, conf. Êx 17.7 Israel contendeu com Deus por causa da falta de água. Em Taberá, conf. Nm 11.3 Israel murmurou contra Deus e a ira divina se manifestou com fogo contra as extremidades do arraial do povo. E, em Quibrote-Hataavá, conf. Nm 11.34 Israel tinha murmurado pedindo carne e Deus enviou cordonizes e uma praga para puni-los. Essa tendência de desobedecer é natural do homem, por causa da nossa natureza pecaminosa. Eu e você somos assim. Temos que depender constantemente da graça divina.

Em 6º lugar, nos vs.23-24 percebe-se a contínua queda humana de desagradar a Deus.

Moisés ainda alistou mais uma afronta de Israel contra Deus. Essa afronta pode ser colocada dentre as mais graves ou foi a mais grave que Israel fez contra o Senhor. Conforme as palavras literais desses dois versos: [Quando também o Senhor vos enviou de Cades-Barnéia, dizendo: Subi e possuí a terra que vos dei, rebeldes fostes ao mandado do Senhor, vosso Deus, e não o crestes, e não obedecestes à sua voz. Rebeldes fostes contra o Senhor, desde o dia em que vos conheci]. Em Cades-Barnéia Israel entristeceu o coração divino com a sua incredulidade, conf. Nm. 13-14. Desacreditaram das promessas e da palavra de Deus e creram na palavra de dez espias medrosos e incrédulos. Desacreditaram da palavra de dois espias corajosos e crentes, Josué e Calebe, para crerem na impossibilidade que as circunstâncias levantavam.
Mas, nós também, em muitas ocasiões somos assim e agimos assim. Não cremos nas palavras, nas promessas divinas. Preferimos crer nos impossíveis, esquecendo-nos de que para Deus não há impossíveis.

Em 7º lugar, nos vs.25-29 novamente se vê a necessidade de um intermediário.

E, terminando o relato desses episódios, depois de alistar mais esses exemplos da rebeldia, da desobediência e da incredulidade de Israel que provocou a ira do Senhor, Moisés voltou ao caso do bezerro de ouro e relembrou à segunda geração como ele teve que intervir como intercessor, diante da ameaça divina de que iria destruí-los. Conforme ele mesmo registrou em Êx 32.11-14 e 30-35, Moisés se recordou da sua oração.
Moisés queria que esta 2ª geração tivesse consciência de que só quando há intercessão, quando há arrependimento, há perdão, e há salvação. Por isso Israel estava nas campinas de Moabe, pronto para entrar, conquistar e possuir Canaã, a terra prometida. Assim como os israelitas tinham que perceber essa verdade, nós também devemos nos convencer desta verdade.
Bom, chegamos assim ao final de mais um tempo de estudos. Agradeço a Deus por sua capacitação e pela iluminação do Espírito Santo. Agradeço a você a sua companhia e minha oração é que você possa colocar em prática os ensinamentos que vimos durante esse programa.
Que o Senhor te abençoe.
Um abraço.
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