domingo, 8 de setembro de 2019

(1Pedro 3.21)

(1Pedro 3.21) O dilúvio descreve morte, sepultamento e ressurreição. As águas sepultaram a terra no juízo, mas também conduziram Noé e sua família para a segurança. A igreja primitiva viu na arca uma imagem de salvação. Noé e a sua família foram salvos pela fé, porque creram em Deus e entraram na arca da segurança - portanto, podemos acreditar que os pecadores são salvos pela fé quando confiam em Cristo e se tornam um com ele.

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(1Pedro 3.19-20)


(1Pedro 3.19-20) A palavra traduzida por "pré. gou" simplesmente significa "anunciar como um arauto, proclamar". Não é a palavra que significa "pregar o evangelho" que Pedro usou em 1.12 e 4.6.
Nosso Senhor entregou o seu espírito
ao Pai, morreu e, em algum momento
entre a morte e a ressurreição, visitou
o reino dos mortos. Ali, entregou uma
mensagem aos seres espirituais (prova-
velmente, anjos caídos; veja Jd 6) que,
de algum modo, tinham a ver com o
período anterior ao diluvio. Pedro não
nos diz o que Jesus proclamou a esses
espíritos presos, mas não poderia ser
uma mensagem de redenção, porque
anjos não podem ser salvos (Hb 2.16). É
provável que tenha sido uma declaração
de vitória sobre Satanás e suas forças
(veja 1 Pe 3.22; CI 2.15). "Ou essa proclamação pode ter cido aos espíritos humanos que morreram no tempo de Noé."

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(1Pedro 3.18-22)

(1Pedro 3.18-22) Todas as outras coisas nesta seção são secundárias ao que Pedro tinha a dizer sobre Jesus Cristo. Este material faz um paralelo com o que
Pedro escreveu em 2.21-25. Pedro apre-
sentou o Senhor Jesus Cristo como o
exemplo perfeito de alguém que sofreu
injustamente e, mesmo assim, obedeceu a Deus.

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(1Pedro 3.16-17)

(1Pedro 3.16-17) A consciência pode ser comparada a uma janela que deixa entrar a luz da verdade de Deus. Se persistimos em desobedecer, essa janela fica cada vez mais suja, até que a luz não pode mais entrar. Isso leva a uma consciência corrompida (Tt1.15). A consciência morta é aquela contra a qual já se pecou tanto que ela não mais é sensível ao que é certo e errado (1Tm 4.2). Decerto, a consciência de uma pessoa pode ficar
tão envenenada a ponto de aprovar ações e atividades que são ruins e acusar o que é bom. Se quisermos manter a consciência limpa, devemos lidar com o pecado em nossa vida e confessá-lo imediatamente (1 Jo 1.9). Precisamos manter a janela limpa. Também devemos investir tempo na Palavra de Deus e deixar entrar a luz.

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(1Pedro 3.13-15)

(1Pedro 3.13-15) Nossos inimigos podem nos ferir, mas não podem nos fazer mal. Só podemos fazer mal a nós mesmos se
não confiarmos em Deus. Em geral, as
pessoas não se opõem a nós se fizermos
o bem; no entanto, mesmo que se opo-
nham, o sofrimento por causa da justiça
é melhor do que comprometer o nosso
testemunho. Pedro discutiu esse tema
detalhadamente em (1Pedro 4.12-19).

(1Pedro 3.8-12)

(1Pedro 3.8-12) Devemos sempre nos lembrar de nosso chamado como cristãos, pois isso nos ajudará a amar os nossos inimigos e fazer-lhes o bem quando eles nos maltratarem. Somos chamados a herdar uma bênção. As perseguições que sofremos na terra, agora, somente contribuem para nossa bendita herança de glória, um dia, no céu (Mt 5.10-12). Mas o Senhor também nos abençoa hoje quando tratamos nossos inimigos com amor e misericórdia. Ao compartilharmos uma bênção com eles, nós mesmos recebemos uma bênção!

(1Pedro 3.5)

(1Pedro 3.5) Guarda-roupa e maquiagem podem ser simplesmente acessórios escolhidos com sabedoria para realçar uma beleza interior que flui da profunda confiança em Deus; do contrário, podem ser ex-pressões de uma mulher decidida a tentar manipular e controlar as circunstâncias que a rodeiam por meio de charme e beleza física.

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(1Pedro 3.3-6)

(1Pedro 3.3-6) Não dar ênfase à aparência exterior não significa que a esposa deve se esquecer de si mesma, negligenciando a própria aparência. Significa, simplesmente, que ela não deve se preocupar tanto em estar na moda só para imitar a multidão. Qualquer marido se orgulha de uma esposa atraente,
mas essa beleza deve vir do coração e
da conduta, e não de uma roupa ou de
adereços. Não somos deste mundo, mas
também não devemos dar a impressão de que viemos de outro planeta!

(1Pedro 3.1)

(1Pedro 3.1) Deus ordenou a autoridade nos lares porque, em sua sabedoria, ele sabe que esse é o melhor plano para um
casamento feliz e gratificante. Sujeição
não significa que a esposa é inferior ao
marido. Na verdade, o versículo 7 diz
claramente que marido e esposa são
"co-herdeiros". O homem e a mulher
são formados pelo mesmo Criador do
mesmo material básico, e ambos são
feitos à imagem de Deus. Deus deu o
domínio da criação a Adão e Eva (Gn 1.28); e, em Jesus Cristo, os cônjuges cristãos são um só (Gálatas 3.28).

(1Pedro 3.1-12)

(1Pedro 3.1-120) marido cristão deve ministrar à sua esposa e ajudar a adorná-la no Senhor (Ef 5.25-30). Por sua vez, a esposa cristã deve incentivar o seu marido e ajudá-lo a ficar fortalecido em Deus. E pais e filhos, juntos, devem dividir os fardos e as bênçãos e procurar manter um clima de entusiasmo e crescimento espiritual no lar. Se houver
pessoas não salvas em casa, elas serão
ganhas para Cristo mais pelo que veem
em nossa vida e relacionamentos do que
pelo que ouvem em nosso testemunho.

sábado, 7 de setembro de 2019

(1Pedro 2.18-25)

(1Pedro 2.18-25) Tudo o que Jesus fez na terra, conforme está registrado nos quatro Evangelhos, é um exemplo perfeito para seguirmos. Mas ele é, especialmente nosso exemplo no modo como respondeu ao sofrimento. Apesar de não ter pecado em palavras e atos, ele sofreu nas mãos das autoridades. Cristo provou que uma pessoa poderia estar na vontade de Deus, ser muito amada por ele e, ainda assim, sofrer injustamente. Hoje, um tipo superficial da teologia popular alega que os cristãos não irão sofrer se estiverem na vontade do Senhor. Uma vez que vivemos uma vida temente a Deus e estamos sujeitos a momentos de sofrimento, estamos seguindo o exemplo de Cristo e nos tornando mais parecidos com ele. Nós nos submetemos e obedecemos não só para o bem das almas perdidas é por amor ao Senhor, mas, também, para o nosso bem, a fim de que possamos crescer espiritualmente e tornar-nos mais parecidos com Cristo.

(1Pedro 2.3-17)

(1Pedro 2.3-17) Pedro teve o cuidado de salientar que os cristãos na sociedade são representantes de Jesus Cristo. Portanto, com relação ao governo humano, devemos respeitar a função, mesmo que não consigamos respeitar o mandatário que ocupa o cargo. Por isso, enquanto for possível, devemos procurar cooperar com o governo estabelecido e obedecer à lei, mas nunca devemos permitir que legislação ou regra alguma nos faça violar a nossa consciência ou desobedecer à palavra de Deus.

(1Pedro 2.9-10)

(1Pedro 2.9-10) Pertencemos à família de Deus e temos a mesma natureza divina em comum. Somos pedras vivas em um edifício e sacerdotes que servem em um templo. Também somos cidadãos da mesma pátria celestial, e Jesus Cristo é a fonte e o centro desta unidade. Se concentrarmos nossa atenção e afeto nele, andaremos e trabalharemos juntos; porém, se nosso foco for voltado apenas para nós mesmos, só provocaremos divisão.

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(1Pedro 2.5)

(1 Pedro 2.5) No período do Antigo Testamento, o povo de Deus tinha um sacerdócio hoje no entanto, o povo do Senhor é um sacerdócio. Todo cristão tem o privilégio de entrar na presença de Deus (Hb 10.19-25). Não chegamos a Deus por meio de alguma pessoa na terra, mas somente por meio de um Mediador, Jesus Cristo (1Tm 2.1-8). Uma vez que Cristo está vivo na glória, intercedendo por nós, podemos ministrar como sacerdotes santos. No entanto, o fato de cada cristão poder ir a Deus pessoalmente e oferecer sacrifícios espirituais não deve encorajar o egoísmo ou o individualismo. Somos sacerdotes juntos, servindo ao mesmo Sumo Sacerdote, ministrando no mesmo templo espiritual. O fato de apenas um
Sumo Sacerdote e Mediador celestial
existir indica a unidade entre o povo
de Deus. Embora devamos manter nossa caminhada pessoal com Deus, não devemos fazê-los à custa de outros cristãos, ignorando os ou negligenciando os.

sexta-feira, 6 de setembro de 2019

#tbs28cbs - 1Pedro 5.8,9) Cuidado com aquele leão!

(1Pedro 5.8,9) Cuidado com aquele leão! Satanás, como um leão, está sempre buscando por uma presa humana. Devemos resistir firmemente a ele, encorajados pelo fato de que não estamos sós em nosso sofrimento.

#tbs27cbs - (1Pedro 5.5-7) o caminho ascendente é o caminho descendente.

5.5-7 o caminho ascendente é o
caminho descendente. Os cristãos
devem humildemente se submeter uns aos outros, sabendo que Deus recompensa a humildade com a graça
do Senhor. Podemos levar todas nossas preocupações e cuidado a Deus, sabendo que ele se importa conosco.

#tbs26cbs - (1Pedro1.4) Os presbíteros devem alimentar e liderar:

NOSSA TAREFA: O SERVIR (5)

(1Pedro1.4) Os presbíteros devem alimentar e liderar: Pedro, sendo ele também presbítero, incitou os presbíteros a servir de boa vontade e com amor. Deveriam ser exemplos, não
diretores. Deveriam ter coração de
pastor, olhando para Cristo, o Pastor
supremo (veja Jo 10.11,14; compare
com SI 23), como o modelo a ser se-
guido; o Pastor que os recompensaria.

#tbs25cbs - (1Pedro 5.10-14) Do sofrimento para a estabilidade.

(1Pedro 5.10-14) Do sofrimento para a estabilidade. Pedro, para abençoar, pede a Deus que fortaleça, em meio ao sofri-
mento, a todos que lerem essa carta.
A graça de Deus está verdadeiramente
conosco, independentemente do que
aconteça em nossa vida. Nós, como
cristãos, recebemos "graça sobre gra-
ça” (Jo 1.16). Tiago diz: "Mas ele nos
concede graça maior" (Tg 4.6). As Es-
crituras falam da graça salvífica (veja
Ef 2.8,9); graça para servir (veja 1Co
15.9,10); graça santificadora (veja Rm
5.17; 6.17); graça sacrificial (veja 2Co
8.1-9); graça em louvores e salmos (veja
Cl 4.6); graça para falar (veja CI 4.6);
graça fortalecedora (veja 2Tm 2.1); e
graça sofredora (5.10; veja 2Co 12.9).
Pedro estava enviando cartas por in-
termédio de Silas (Silvano). Ele enviou saudações de Marcos. Esses dois
homens trabalhavam com Paulo. Sobre o termo "Babilônia", veja Data e local.

TBS...MDB.

(1Pedro 2.4)

(1Pedro 2.4) O povo de Deus desfruta de uma unidade que transcende todas as congregações e comunidades locais e in-
dividuais. Tendo sido edificados juntos,
pertencemos uns aos outros, já que todos pertencemos ao Senhor. Isso não significa que os distintivos doutrinários e
denominacionais estejam errados, porque cada igreja local deve ser plenamente convencida pelo Espírito; mas significa que não devemos permitir que nossas diferenças destruam a unidade espiritual que temos em Cristo. Devemos ser maduros o suficiente para discordar sem, em sentido algum, nos tornarmos desagradáveis.

(1 Pedro 2.4-8)

(1 Pedro 2.4-8) Os cristãos são pedras vivas no edifício de Deus. Toda vez que alguém confia em Cristo, outra pedra é tirada do poço do pecado e cimentada pela graça no edifício de Deus. Para nós, a Igreja na terra pode parecer ser apenas uma pilha de escombros e ruínas, mas Deus vê a estrutura total enquanto ela cresce (veja Ef 2.19-22). Que privilégio temos de fazer parte de sua igreja, esta "morada de Deus por seu Espírito!" (Ef 2.22).

TBS...

Wiersb.

(1 Pedro 2.1-3)

(1Pedro 2.1-3) A Palavra de Deus tem vida, da vida e alimenta a vida. Ela é o "leite espiritual". Devemos ter apetite pela
Palavra, assim como recém-nascidos
famintos anseiam pelo seio materno!
E devemos querer a Palavra pura, não
adulterada, porque isso, por si só, pode
ajudar-nos a crescer.

TBS....

Wiersb

terça-feira, 3 de setembro de 2019

#tbs24cbs - (1 Pedro 4.12-19) Compartilhe a tristeza compartilhe a glória.

(1 Pedro 4.12-19) Compartilhe a tristeza
compartilhe a glória. Não devemos
nos surpreender quando sofremos por
nossa fé. Ao contrário, devemos nos
regozijar, sabendo que, se sofremos
com Cristo agora, reinaremos com ele
para sempre. Pedro, pela segunda vez,
usou a imagem do fogo (4.12; veja
1.7) - talvez, uma descrição profética do fato de que cristãos seriam queimados por Nero em uma época pouco depois da escrita da carta. Devemos, no entanto, ter certeza de que nosso sofrimento resulta de nossa fé, e não de qualquer erro de nossa parte (4.15-19). Enquanto referências aos cristãos ocorrem com frequência ao longo do Novo Testamento, e as versões em português usem algumas vezes o termo cristão(s) NVI, 5 ocorrências; A21, 4 ocorrênas), a palavra grega para cristão aparece apenas três vezes nas Escrituras
(4.16; veja At 11.26; 26.28).

TBS... MDB.

#tbs23cbs - (1 Pedro 4.1-6) O sofrimento subjuga o pecado.

(1 Pedro 4.1-6) O sofrimento subjuga o pecado. Devemos seguir com alegria
o exemplo de sofrimento de Cristo
(4.1), em especial porque o sofrimento leva o pecado a perder seu poder sobre nós (4.1-3). O sofrimento nos leva a focar as coisas importantes da vida, ao passo que o prazer, em geral, distrai-nos, desviando nossa atenção do que realmente é relevante e dando a Satanás as melhores oportunidades em nossa vida (veja Ec 7.1-4). É Óbvio que nossos amigos descrentes não compreendem isso, portanto ridicularizam nossa atitude de não nos unirmos a eles nessas iniquidades, mas Deus os julgará (4.4,5).
O evangelho "foi pregado também
a mortos, para que eles, mesmo julgados no corpo segundo os homens, vivam pelo Espírito segundo Deus" (4.6). Enquanto a linguagem de 4.6 é similar à de 3.19,20, não há necessariamente uma conexão direta entre as duas passagens. William J. Dalton enumera quatro interpretações possíveis:

👉 1 - Cristo, enquanto morto, ofere-
ceu salvação a todos que morre-
ram antes de ele encarnar;

👉 2 - Cristo, enquanto morto, ofereceu salvação aos justos do Antigo Testamento;

👉 3 - A passagem refere-se à pregação do evangelho pelos apóstolos e outros para os espiritualmente mortos;

👉 4 - A passagem refere-se aos cristãos
que morreram.

TBS... MDB.

#tbs22cbs - 3.18-22 "Espíritos em prisão.

(1Ped 3.18-22) "Espíritos em prisão." Cristo, nosso exemplo, morreu na cruz
por nossos pecados, mas, depois,
foi ressuscitado pelo Espírito Santo
(3.18). Pelo poder do Espírito, ele também "pregou aos espíritos em
prisão que há muito tempo desobede-
ceram, quando Deus esperava pacien-
temente nos dias de Noé, enquanto
a arca era construída” (3.19,20). Há,
pelo menos, três possíveis interpreta-
ções para essa difícil passagem:

👉 1 - Que Cristo, no período entre a
morte e a ressurreição, levou o
evangelho para os que estavam
mortos (“em prisão") e que rejeitaram a mensagem de Noé (Veja 2Pe 2.5);

👉 2 - Que o Cristo pré-encarnado estava proclamando o evangelho por intermédio de Noé e que aqueles que rejeitaram essa mensagem (todos, ou seja, exceto Noé e sua família) eram agora os "espíritos
em prisão";

👉 3 - Que esses espíritos, na realidade,
eram anjos que tentavam corromper os seres humanos na época de Noé (veja Gn 5.29—6.7); se isso for verdade, então a mensagem de Cristo foi de julgamento.
A medida que Pedro contemplou o
grande dilúvio, ele viu nesse aconte-
cimento uma prefiguração do “batis-
mo" (3.21) que nos "salva", não por
si só nem por intermédio dele, mas
pelo poder da morte e ressurreição de
Cristo (3.20-22). A água do batismo é
um símbolo exterior de nosso batismo
pelo Espírito Santo (veja a exposição
sobre 1Co 12.12-31).

#tbs21cbs - (1Ped 3.13-17) A perseguição e o testemunho.

(1Ped 3.13—4.19)NOSSA DISCIPLINA: O SOFRIMENTO...

(3.13-17) A perseguição e o testemunho.

Não precisamos temer, independentemente de quanto somos destratados, se estivermos fazendo a vontade de Deus (3.13,14). Quando sofremos em silêncio por causa de nossa fé, as pessoas notam nossa atitude, e, quando isso acontece, devemos apontar para Cristo como a fonte de nossa força.

#tbs20cbs - (1Ped 3.8-12) Uma grande família feliz.

(1Ped 3.8-12) Uma grande família feliz.
Aigreja deve ser caracterizada pelos relacionamentos positivos e amorosos.
A vida justa e reta resulta em felicidade, pois ela traz o favor e a bênção de
Deus (veja S1 34.12-16).

#tbs19cbs - 3.7 A sabedoria para o marido. O marido cristão deve compreender que a esposa:

3.7 A sabedoria para o marido. O
marido cristão deve compreender que
a esposa:

👉Tem de ter um lugar especial e
de honra em seu coração; é fisicamente mais fraca e não deve sofrer abusos por parte do marido;

👉 É igual a ele no aspecto espiritual.
A observância desses princípios fortalecerá a atmosfera espiritual da família.

TBS... MDB.

#tbs18cbs - (1 Ped 3.1-6) A sabedoria para a esposa, A esposa deve se submeter ao marido, como Sara se submeteu a Abraão 13.1.5,6).

(1 Ped 3.1-6) A sabedoria para a esposa,
A esposa deve se submeter ao marido, como Sara se submeteu a Abraão 3.1, 5,6). Se uma mulher tiver um marido descrente, a submissão a ele será um testemunho silencioso, mas eficaz,
para ele (3.1,2). A mulher deve focar
o desenvolvimento interior mais que a
aparência externa, a beleza (3.3,4).

segunda-feira, 2 de setembro de 2019

#tbs17cbs - (1Ped 2.21-25) Nosso redentor e exemplo.

(1Ped 2.21-25) Nosso redentor e exem-
plo. Jesus morreu não só para nos
dar a vida eterna, mas também, por
Intermédio de seu exemplo pessoal para nos mostrar como viver essa nova vida. Por Cristo ter sofrido sem reclamar (2.23), devemos estar dispostos a fazer o mesmo (2.18-21).

Esse chamado para o sofrimento é o
último dos "sete chamados soberanos" de Deus para os cristãos:

1- O chamado para a salvação (veja
Rm 8.30);

2 - O chamado para a filiação (veja 1Jo 3.1);

3 - O chamado para a santificação (veja 1Ts 5.23,24);

4 - O chamado para o serviço (veja Mc 10.43,44);

5 - O chamado para a separação (veja 2Co 6.17,18);

6 - O chamado para a sujeição:

► dos filhos aos pais (veja Ef
6.1);

da esposa ao marido (veja Ef
5.22);

► do empregado ao emprega-
dor (2.18);

► dos cidadãos ao governo
(2.13,14);

dos cristãos a Deus (veja Rm 12.1,2)

7 - O chamado ao sofrimento (2.21; veja Fp 1.29)

quinta-feira, 29 de agosto de 2019

#tbs16cbs - NOSSA TAREFA: A Sujeição (1Ped 2.11-3.12).


NOSSA TAREFA: A Sujeição (2.11-3.12).

2.11-20 As regras para os sacerdotes reais. Tendo em mente que a terra é apenas nossa moradia temporária.
devemos nos guardar contra as tentações que ela nos apresenta. Devemos manter um bom testemunho e permitir que nossa luz brilhe diante dos não cristãos (2.11,12; veja Mt 5.13-16);
do governo (2.13-17; veja Rm 13.1-7); e de nosso empregador, mesmo quando eles nos tratam de forma injusta (2.18-20; veja Ef 6.5-8).

#tbs15cbs - 1Ped 2.9,10) Somos reis e sacerdotes!

(1Ped 2.9,10) Somos reis e sacerdotes! Tendo sido "joões-ninguém" (veja Os 1.10; Rm 9.25), somos agora reis e sacerdotes:

• Reis, pois um dia reinaremos
com Cristo (veja 2Tm 2.12).

• Sacerdotes, pois temos acesso direto a Deus (veja Ef 2.18; Hb 4.16). Israel tinha um sacerdócio. Os sacerdotes-crentes oferecem:

• a vida (veja Rm 12.1; Fp 2.17; 1J0 3.16).

• a substância (veja Rm 12.13; G1
6.6,10; Tt 3.14).

• o serviço (veja Hb 13.16).

• as canções de louvor (veja Hb
13.15).

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#tbs14cbs - (1Ped 2.4-8) As pedras e a Pedra.

(1Ped 2.4-8) As pedras e a Pedra. Cristo
é a pedra angular de nossa fé. Somos "pedras vivas" menores com as quais ele está construindo uma "casa espiritual":

• Cristo é a pedra valiosa para aqueles que acreditam nele (2.4-7. veja Ex 17.6; 1Co 10.4; Ef 2.20).

• Cristo, para os que o rejeitam, é a pedra da destruição (2.7,8; veja Dn 2.34; Mt 21.44; Rm 9.32,33;1Co 1.23).

Embora Israel agora rejeite Cristo como a pedra angular, eles, um dia, o aceitarão como tal (veja Zc 4.7).

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#tbs13cbs - (1Ped 2.1-3) Busque a força espiritual.

(1Ped 2.1-3) Busque a força espiritual. A Palavra de Deus, como o leite integral,
produz crescimento espiritual. Assim,
precisamos desejá-la, como Davi a de-
sejou (veja Sl 19.9,10). No entanto,
Israel, de modo geral, não tinha dese-
jo pela Palavra de Deus na época do
Antigo Testamento e, conforme Isaías
previu (veja Is 53.2), quando Cristo
aparecesse, eles também não teriam
desejo de conhecê-lo.

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terça-feira, 13 de agosto de 2019

#tbs10cbs - (Gênesis 1.3)...

1.3 - A vida, como a conhecemos, não
poderia existir sem a luz do sol. Mais
tarde, no Novo Testamento, o apóstolo
Paulo associou esse ato de criação à
obra de Deus numa "nova criação", a
salvação dos perdidos."Pois o Deus que disse: "Das trevas resplandeça a luz', ele mesmo brilhou em nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória de Deus na face de Cristo" (2 Co 4.6)."Nele estava a vida, e esta era a luz dos homens" (jo 1.4). Ao longo das Escrituras, a luz é associada a Cristo (jo 8.12), à Palavra de Deus (SI 119.105,130), ao povo de Deus (Mt 5.14-16; Ef 5.8) e às bênçãos do Senhor (Pv 4.18), enquanto a escuridão é associada a Satanás (Lc 23.53; Ef 6.12), ao pecado (Mt 6.22-23; Jo 3.19-21), à morte Jó 3.4-6,9), à ignorância espiritual (Jo 1.5) e ao julgamento divino (Mt 8.12). Isso explica por que Deus separou a luz das trevas, pois as duas não têm nada em comum.

#tbs09cbs - (Gênesis 1.3-31)...

1.3-31 Há um padrão nas atividades de Deus durante a semana de criação: Primeiro, ele formou as coisas, e depois, as encheu.

Ele fez três elementos naturais: os céus, as massas de terra e as águas; e, em seguida, encheu-os de formas apropriadas de vida.

Uma das primeiras coisas que Deus revela sobre o modo como age em nossa vida segue esse mesmo padrão.

Deus está realizando esse propósito em nossa vida: primeiro, ele nos forma, e depois nos enche.

Podemos contar com a participação de Deus em nossa vida com a mesma certeza que temos de que o sol vai nascer todos os dias.

#tbs08cbs - (Gênesis 1.2)...

1.2 As Escrituras não revelam por que
Deus optou por começar sua obra criativa com uma massa caótica e escura, sem forma e vazia. Mas o Espírito Santo, pairando sobre as águas, traria ordem àquele caos e conferiria beleza e plenitude ao vazio. E ele ainda pode fazer isso com a vida de todos os que se entregam a ele. A simples história de Gênesis nos apresenta um Deus que, por si só, criou todas as coisas - e ainda está no controle de sua criação.

#tbs07cbs - (Gênesis 1.1)...

1.1 Por trinta e duas vezes no primeiro
capítulo, esse Deus criativo é chamado de "Elohim" no hebraico, uma palavra que
enfatiza sua majestade e poder ("SENHOR") , o nome na aliança, aparece pela primeira vez em 2.4.). Elohim é um substantivo plural sempre usado com verbos e adjetivos no singular, poderia ser um sinal de que Deus existe em três pessoas. Nas Escrituras, a criação é atribuída ao Pai (At 4.24), ao Filho (Jo 1.1-3) e ao Espírito Santo (SI 104.30).

segunda-feira, 12 de agosto de 2019

#tbs11cbs - (1.22-25) A glória passageira, a glória permanente, amor puro.

(1Ped 1.22-25) A glória passageira, a glória permanente, amor puro. A vida humana não redimida murchará e cairá como uma flor, mas a gloriosa Palavra de Deus é eterna, como também o são todos que depositam sua confiança nela (1.23-25). Como seres eternos, devemos amar uns aos outros com amor santo e "sincero" (1.22).

TBS... MDB

#tbs12cbs - (1Pedro1.13-21) Os santos dizem: "Sejam santos".

Devemos por todas as nossas esperanças em nossa salvação segura, buscando imitar a santidade de Deus enquanto esperamos o retorno de Cristo (1Ped 1.13-17; veja Lv 11.44;19.2; veja a exposição sobre Hb 10.1-18).

Devemos sempre nos lembrar do grande preço pago por nossa salvação:

O "precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro sem mancha e sem defeito" (1.19).

Deus tem preparado nossa salvação desde antes do alvorecer do tempo (1.20,21; veja a exposição sobre Ef 1.1-6). Sobre a expressão "nestes últimos tempos", veja a exposição sobre 1 Timóteo 4.1-11.

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#tbs06cbs - (1Pe 1.10-12) Eles nem sempre compre- endiam o que escreviam.

1.10-12 Eles nem sempre compreendiam o que escreviam. Os profetas do Antigo Testamento registraram com fidelidade as promessas de salvação eterna feitas pelo Senhor, percebendo o tempo todo que eles mesmos jamais veriam o cumprimento delas durante o período de vida deles, mas que estavam registrando aquelas palavras para gerações futuras (veja Dn 12.8-13; Mt 13.17). De forma similar, os anjos eleitos, embora não sejam caídos e não necessitem de redenção, estão profundamente interessados nessas promessas (1.12; compare com Dn 12.5,6). A forma como Deus lida conosco representa uma forma de lição objetiva para eles (veja 1Co 4.9;Ef 3.10).

(MDB).

#tbs05cbs - (1Pe 1.6-9) Está difícil agora, mas apenas espere para ver!

1.0-9 Está difícil agora, mas apenas
espere para ver! Os cristãos devem se
regozijar na garantia de sua salvação,
mesmo em meio às provações terre-
nas. Nosso objetivo deve ser demons-
trar o tipo de fé que "resultará em lou-
vor, glória e honra" para nós quando
Cristo retornar (1.7). Pedro falou so-
bre quatro coisas que são "valiosa(s)"
(1.7,19; 2.4,6,7; 3.4). (mbd).

#tbs04cbs - 1Pe 1.3-5_Um futuro com o qual podemos contar!

Por causa da ressurreição de Cristo, os cristãos têm a esperança da salvação eterna, a qual, na verdade, é uma certeza, pois "jamais poderá perecer, macular-se ou perder o seu valor". Ela é garantida por Deus e o Senhor a protege (veja a exposição sobre Jo 10.22-30).

domingo, 11 de agosto de 2019

#tbs03cbs - NOSSO DESDESTINO: A SALVAÇÃO (1Pe 1.1-2.10)

1.1, 2 "Aos eleitos de Deus, peregrinos dispersos" por todos os lugares.

A queles "eleitos" para a salvação foram
Escolhidos pelo Pai, santificados pelo
Espírito Santo e limpos pelo Filho.

A Bíblia nunca revela a base sobre a qual alguns são escolhidos para a salvação, e outros não o são. Sabemos apenas que Deus "de antemão conheceu" (Rm 8.29) e "Deus nos escolheu nele antes da criação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis em sua presença"(Ef1.4).

A Bíblia também deixa claro que, enquanto Deus escolhe quem será salvo, nós, os seres humanos, também temos uma escolha (veja Jo 3.16; Rm 10.13; Ap
22.17).

Em uma única afirmação, nosso Senhor combinou as doutrinas da eleição e do livre-arbítrio: "Todo aquele que o Pai me der (eleição) virá a mim (livre-arbítrio)" (Jo 6.37).

Veja também a exposição sobre Romanos 9.14-29.

Quando perguntaram a Charles Spurgeon como ele reconciliava a eleição
de Deus com a escolha humana, ele
respondeu: "Jamais tenho de reconci-
liar os amigos!".

TBS... Cbs.

HW.

#tbs02cbs - (Gênesis 1.1-2)

1.1-2 Três livros da Bíblia começam
mencionando "principio": Gênesis 1.1;
Marcos 1.1 e João 1.1. Cada um desses
fundamentos é importante. "No principio
era aquele que é a Palavra", a abertura
do Evangelho de João, remonta-nos à
eternidade passada, quando Jesus Cristo,
a Palavra viva de Deus, existia como
o Filho eterno do Todo-poderoso. João
não estava sugerindo que Jesus teve um
começo. Cristo é o Filho eterno de Deus,
que existia antes de todas as coisas,
porque ele as fez (Jo 1.3; CI 1.16-17;
Hb 1.2). Portanto, o "princípio" de João
precede Gênesis 1.1. Já a mensagem do
Evangelho de Marcos não começou com
o ministério de João Batista, porque a
boa notícia da graça de Deus já fora
anunciada em Gênesis 3.15. Inúmeras
pessoas acreditaram na promessa de
Deus ao longo de toda a história do Antigo Testamento, e aquelas que cre-
ram foram salvas (cf. GI 3.1-9 e Rm 4).
A expressão "No principio Deus criou
os céus e a terra", registrada em Gênesis
1.1, faz referência ao passado indefinido
em que Deus trouxe, do nada, o universo
à existência (SI 33.5; Rm 4.17; Hb 1.3).
Gênesis 1.1-2 é a declaração de que
Deus criou o universo; e a explicação
detalhada dos seis dias de obra criativa
de Deus é dada no restante do capítu-
lo. Nesses "princípios" também estão
os fundamentos de nossa fé.

TBS+Cbs... Comentário bíblico sadio.

#tbs_01cbs_Comentários da carta de judas...

[1-2] Os destinatários da carta são apresentados através de uma definição do que seja o verdadeiro cristão: é alguém chamado a fazer parte do novo povo de Deus; amado permanentemente por Deus Pai; guardado por Jesus Cristo,
que o preserva do mal e o mantém na sua vocação.

[13-41] A motivação imediata da carta é alertar as igrejas contra certos individuos, que nelas se infiltraram para divulgar ideias erradas e conquistar
seguidores. Eles procuram transformar a liberdade cristã em libertinagem e o amor em licenciosidade. Provavelmente se trata de gnósticos, para quem o homem é
salvo pelo conhecimento e não pelo comportamento moral.

[5-16] Cf. nota em 2Pd 2.

[17-19] Os cristãos não devem ficar espantados com a aparição de pessoas que procuram enganar. Os ensinamentos
dos apóstolos já havia anunciado isso (cf. At 20,29-30).

[20-23] Numa recomendação final, o autor relembra os pontos fundamentais de um programa da vida cristã: fé, oração, amor, auxílio mútuo, confiança na misericórdia de Jesus Cristo e distância daqueles que procuram perverter os outros.

[24-25] Em vez das saudações finais, o autor termina com um hino de louvor a Deus, reconhecendo sua majestade,
força e poder.