quarta-feira, 25 de setembro de 2019

Judas (1.25)

1.25 Que doxologia maravilhosa é esta!
Reconhecendo o objetivo que Judas tinha
em mente quando escreveu sua carta,
esta doxologia assume um significado
ainda maior: Judas estava fazendo seus
leitores se lembrarem da grandeza de
Jesus Cristo. Se tão somente pudessem
entender isso, eles nunca seriam induzi-
dos ao erro pelos falsos mestres.

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Judas (1.24-25)

1.24-25 Esta conhecida bênção contém
uma riqueza de verdade espiritual para
ser recebida pelo cristão. Se quisermos
manter nossos pés no chão espiritualmente, andar em linha reta e não tropeçar, então devemos nos entregar totalmente ao Salvador. Somente ele é capaz de guardar a nossa vida, mas devemos nos manter seguros no amor de Deus (veja v. 21). Ele é poderoso, se estivermos dispostos!

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Judas (1.20)

1.20 - Como cristãos, podemos orar na solidão (Mt 6.6), mas nunca oramos sozinhos; o Espírito de Deus se junta a nós enquanto oramos (Rm 8.26-28), porque ele conhece a mente do Senhor e pode nos conduzir. Ele pode nos dar sabedoria e conhecimento da Palavra (Ef 1.15ss.); também é capaz de nos ajudar a aproximar-nos do Pai por meio do acesso que temos em Jesus Cristo
(Ef 2.18). Adoramos a Deus "pelo Espírito" (Fp 3.3), e o Espírito motiva-nos a orar, pois ele é "um espírito de ação de graças e de súplicas" (Zc 12.10). Quando os cristãos se entregarem ao Espírito, então ele irá ajudá-los em sua vida de oração, e Deus responderá às suas súplicas.

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Judas (1.17-23)

1.17-23 - Uma defesa forte depende de
pessoas fortes, e isso se aplica às batalhas espirituais, bem como a disputas militares. Se a igreja quiser se o por aos falsos mestres e derrotá-los, então todos nós que somos seus membros devemos ser fortes e capazes de "ficar firmes contra as ciladas do diabo" (Ef 6.11). Sempre estamos diante do perigo de tropeçar (Jd 22), e o tropeço é o primeiro passo para a queda.

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Judas (1.16)

1.16 - O autor completou a descrição e enfatizou ainda mais por que eram tão perigosos: eles estavam dispostos a agradar a si mesmos enquanto se aproveitavam dos outros. Eles davam a impressão de que queriam ajudar mas só estavam interessados em satisfazer as próprias concupiscências.

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Judas (1. 12-13)

1.12-13 Judas apresentou seis imagens
vívidas dos falsos mestres e ajuda a explicar por que eles são perigosos para a igreja.

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Judas (9-10)

9-10 - Miguel não repreendeu Satanás, mas deixou isso para o Senhor. perigoso para o povo de Deus confrontar diretamente o inimigo e argumentar com ele, porque o diabo e muito mais forte do que nós. Ora, se um arcanjo é cuidadoso no modo como lida com Satanas, quanto mais cautelosos devemos ser. Sim, participamos da vitória de Cristo, mas não devemos ser presunçosos. Satanás é um inimigo perigosos por isso, quando nos resistimos a ele, devemos estar alerta e vigilantes (1 Pe 5.8-9).

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Judas (8)

8 - Toda autoridade vem do trono de Deus, seja ela no lar, seja na igreja, seja no Estado.

Aqueles que exercem autoridade devem, primeiro, estar debaixo de autoridade, prestando contas a Deus.

Mas os falsos mestres rejeitavam a autoridade divina e se consideravam como a própria autoridade.

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Judas (7)

7 - Pedro e Judas afirmaram que Deus
fez destas cidades um exemplo para
advertir o ímpio de que Deus, de fato,
julga o pecado (veja 2Pe 2.6). Quando
combinamos as descrições deles, des-
cobrimos que os cidadãos de Sodoma
e de Gomorra (e as outras cidades em
questão) eram impios, corruptos, maus,
contrários à lei, injustos e dados à for
nicação. Eles não cometiam pecados
sexuais antinaturais de vez em quando; aquelas pessoas se entregaram à
imoralidade", rendendo-se à busca da
lascivia. O verbo grego é incisivo: "Se
entregaram à imoralidade (excessiva)".
Foi assim que eles viveram e morreram!

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Judas (5)

5 - As primeiras gerações de israelitas
fora do Egito se rebelaram contra a
vontade e a Palavra de Deus, e Deus não pode tolerar a rebelião.
Consequentemente, todos no acampamento judeu com 20 ou mais anos de idade estavam destinados a morrer nos quarenta anos seguintes.

A incredulidade deles levou-os ao extermínio.

Deus não pode, superficialmente, ignorar os pecados de seu povo.

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Judas (4a e 4b)

4a - Apóstata (um "ímpio") não é um
verdadeiro cristão que abandonou sua
salvação. Essa pessoa professou aceitar a verdade e confiar no Salvador, e, depois,
afastou-se da "fé de uma vez por todas
confiada aos santos" (v. 3). Judas con-
cordava com o que Pedro havia escrito
- o apóstolo claramente afirmou que os
apóstatas não eram ovelhas de Deus, mas sim, porcos e cães (2Pe 2.21-22). Eles talvez tenham parecido limpos por fora, mas não receberam aquela nova natureza que é característica dos verdadeiros filhos de Deus (2Pe 1.3-4).

4b - Judas não disse que estes "ímpios"
foram ordenados para se tornar apóstatas, como se Deus fosse responsável pelo pecado deles. Eles se tornaram apóstatas porque, por livre e espontânea vontade, afastaram-se da verdade. Por isso, Deus ordenou que essas pessoas fossem julgadas e condenadas. Os profetas do Antigo Testamento denunciaram os falsos profetas de seus dias, e Jesus Cristo
e seus apóstolos pronunciaram o juízo
sobre eles.

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Judas (2)

2 - Uma vez que estão separados e
guardados, os filhos de Deus são os
que recebem as melhores bênçãos de
Deus: misericórdia, paz e amor. Como
o apóstolo Pedro, Judas queria que essas bênçãos especiais fossem multiplicadas na vida deles.

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Judas (1)

1 - Os santos de Deus não só são separados, mas, também,"guardados"
(preservados). Isso significa "cuida- dosamente vigiados e protegidos". O
cristão está seguro em Jesus Cristo. Esta
mesma palavra é usada no versículo 6
("guardado") e no 21 ("guardai-vos", ARA). Deus está guardando os anjos caídos e os apóstatas para o juízo, mas também está guardando seus filhos para a glória. Enquanto isso, ele é capaz de nos guardar em nossa caminhada diária e impedir que tropecemos.

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Judas (1-3)

1-3 Aqueles que conhecem Cristo como
seu Salvador desfrutam de uma posição
especial. Eles são chamados por Deus
para serem separados para ele, a fim de
que possam desfrutar do amor com o
Senhor. Embora a comunhão com o Pai
possa mudar diariamente, o relaciona-
mento deles como filhos não pode mudar, pois são "guardados por Jesus Cristo" (v.1). Uma vez que Judas escreveria muito sobre o pecado e o juízo nesta carta, ele teve o cuidado, no começo, de definir o lugar especial que os cristãos ocupam no coração e no plano de Deus.

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domingo, 22 de setembro de 2019

(2Pedro 3.18)

(2Pedro 3.18) - Devemos crescer no favor especial de Deus que é chamado de
"graça". Isso tem a ver com traços do caráter cristão, as coisas sobre as quais Pedro escreveu em 1.5-7 e as quais o apóstolo discutiu em Gálatas 5.22-23. Deus dá-nos essas coisas, mas
precisamos praticá-las continuamente.
Fomos salvos pela graça (Ef 2.8-9),
mas a graça não acaba aí! Devemos
também ser fortalecidos pela graça
(2Tm 2.1-4), A graça de Deus pode
permitir que suportemos o sofrimento
(2Co 12.7-10). Sua graça também nos
ajuda a doar, mesmo quando este ato
é difícil (2Co 8.1-15), e cantar quando
parece impossível entoar louvores (CI
3.16). Sim, o Senhor tem graça para
toda situação e todo desafio da vida!

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(2Pedro 3.15a)

(2Pedro 3.15a) - Uma vez que este é o dia da salvação, devemos ser diligentes em
fazer todo o possível para ganhar os
perdidos. Não sabemos por quanto
tempo o Senhor será paciente com
este mundo mau. Por isso, não devemos abusar da graça divina. Devemos
entender o que a Bíblia ensina sobre
o programa de Deus para esta presente era e devemos ser motivados pelo amor pelos perdidos (2Co 5.14) e pelo desejo de agradar ao Senhor, quando ele retornar.

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(2Pedro 3.15-16)

(2Pedro 3.15-16) - Observe que Pedro classificou as cartas de Paulo como Escrituras, ou seja, a Palavra inspirada de Deus. Não só os ensinos dos apóstolos estão de acordo com os dos profetas e de nosso Senhor (v.2), mas os apóstolos também concordavam uns com os outros.

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(2Pedro 3.14)

(2Pedro 3.14) - Devemos evitar dois extremos no ministério. Um deles é a atitude de que estamos presos no plano soberano de Deus de tal modo que nada do que façamos produzirá alguma diferença. O outro extremo é pensar que Deus só pode ter algo realizado depois que o realizamos! Embora os divinos decretos soberanos nunca devam se tomar desculpa para a preguiça, nossos planos e atividades para tentar tomar o lugar deles também não devem levar inatividade.

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(2Pedro 3.8-10)

(2Pedro 3.8-10) - Pedro expôs a ignorância dos escarnecedores. Eles não só ignoravam o que Deus havia feito no passado (v. 5), Mas Também o que Deus era. Eles estavam criando Deus à sua imagem e ignorando o fato de que o Criador é eterno - isso significa que ele não tem começo nem fim. Os seres humanos são imortais: eles têm começo, mas não têm fim. Eles viverão para sempre, seja no céu, seja no inferno. Mas o Altíssimo é eterno, sem princípio ou fim, e habita na eternidade.

Ele não é limitado pelo tempo como nós
somos, nem o mede de acordo com pa-
drões humanos. Quando estudamos as
obras de Deus, especialmente no Antigo
Testamento, podemos ver que ele nunca
está com pressa, mas também nunca está atrasado.

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(2Pedro 3.5-7)

(2Pedro 3.5-7) - O argumento de Pedro pode ser resumido desta forma: o mesmo Deus que criou o mundo por sua Palavra também pode intervir em sua criação e fazer o que desejar! Sua Palavra o criou e o sustenta, e sua Palavra é toda-poderosa.

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(2Pedro 3.3)

(2Pedro 3.3) - Escarnecedor é o indivíduo que trata de modo leviano aquilo que deveria ser levado a sério. As pessoas que viviam nos dias de Noé zombavam da ideia do juízo divino, e os cidadãos de Sodoma escarneciam da possibilidade de destruição de sua cidade pecaminosa por fogo e enxofre. Se tentamos testemunhar em favor de Jesus Cristo, deparamos, sem dúvida, com pessoas que zombam da ideia de inferno ou de um dia de juízo, no futuro, para este mundo.

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(2Pedro 3.2)

(2Pedro 3.2) - Uma vez que a Palavra de Deus é verdadeira, devemos prestar atenção nela e levar sua mensagem a sério. A Palavra deve ser ensinada aos novos convertidos, e eles devem ser firmados nas doutrinas da fé, pois os novos cristãos são os principais alvos de mestres apóstatas. Contudo, os cristãos mais velhos também devem se lembrar da importância da doutrina da Bíblia e, em particular das doutrinas relacionadas com a volta de Jesus. O ensino profético não deve nos embalar em um sono espiritual, pelo contrário - ele deve nos despertar para viver uma vida piedosa e procurar ganhar os perdidos (Rm 13.11-14).

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(2Pedro 3.1-4)

(2Pedro 3.1-4) Uma pessoa pode ter a mente pura e sincera e mesmo assim, uma péssima memória! Pedro escreveu esta segunda carta, sobretudo, para despertar e estimular seus leitores (1.12-15). Nosso Pai celestial se sacrificou para que pudéssemos ter a verdade da Palavra e a liberdade para praticá-la; mas, muitas vezes, não damos valor a isso e nos tornamos complacentes. A igreja precisa
ser despertada regularmente para que
o inimigo não nos encontre dormindo e
tire proveito de nossa letargia espiritual.

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(2Pedro 2.21-22)

(2Pedro 2.21-22) - A passagem não dá indicação alguma de que os falsos mestres já haviam experimentado o novo nascimento. Eles tinham conhecimento da salvação e podiam usar a linguagem da igreja, mas faltava-lhes a verdadeira experiência de salvação com o Senhor. Eles receberam a Palavra de Deus (v. 21), mas depois se afastaram dela. Nunca confiaram em Cristo nem se tornaram suas ovelhas. Em vez disso, eram porcos e cães - lembre-se de que cachorros, naquela época, não eram animais de estimação queridos como hoje. Os judeus chamavam os gentios de "cães" porque esse tipo de animal na época, não passava de um bicho sujo que vivia do lixo. Então, dificilmente o termo seria empregado como um título de respeito e estima!

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(2Pedro 2.18-19)

(2Pedro 2.18-19) - Não se deixe impressionar pela oratória religiosa. Apolo foi um pregador eloquente e fervoroso, mas não conhecia a mensagem na integra para pregar
(At 18.24-28). O apóstolo Paulo teve o
cuidado de não edificar a fé de seus
convertidos em suas palavras ou em sua
sabedoria (1Co 2.1-5). Ele foi um homem
brilhante, mas seu ministério teve carac-
terísticas simples e práticas. Paulo pregava para expressar, e não para impressionar, pois sabia muito bem a diferença entre comunicação e manipulação.

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(2Pedro 2.13)

(2Pedro 2.13) É claro que nossas igrejas precisam exercer autoridade e disciplina prática. Amor cristão não significa que devemos tolerar toda falsa doutrina e todo chamado "estilo de vida". A Bíblia deixa claro que algumas coisas são certas e outras, erradas. Nenhum cristão que tenha crenças e comportamentos contrários à Palavra de Deus deveria ter permissão para participar da ceia do Senhor ou exercer um ministério espiritual na igreja.

A influência contaminada dessa pessoa
pode não ser vista de imediato, mas, no
final, criará sérios problemas.

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(2Pedro 2.10-22)

(2Pedro 2.10-22) Pedro estava incomodado com as incursões que os falsos mestres estavam fazendo nas igrejas. Ele sabia que a abordagem deles era sutil, mas seus ensinos eram fatais e portanto, o apóstolo queria advertir as igrejas acerca do perigo.

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(2Pedro 2.9)

(2Pedro 2.9) O povo de Deus, por mais fraco que seja, estará livre do juízo pela graça e misericórdia do Senhor. Deus só
pôde julgar Sodoma depois que Ló e sua família estavam fora da cidade. Da mesma forma, acredito que Deus só
enviara a ira sobre este mundo depois
que tirar seu povo daqui e levá-lo para
morar no céu.

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(2Pedro 2.7)

(2Pedro 2.7) Deus permitiu que Ló e sua família permanecessem puros, mesmo vivendo no meio de um poço de iniquidade.

Ele também resgatou Ló e duas de suas filhas antes do juízo que sobreveio a Sodoma e outras cidades da planície (Gn 19). Ló não foi salvo por causa de algum mérito de sua parte, ele obteve a salvação porque cria em Deus e porque seu tio Abraão intercedeu por ele.

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(2Pedro 2.5)

(2Pedro 2.5) Sem dúvida, Pedro estava assegurando a seus leitores que, quando o grande dia do juízo viesse, eles seriam mantidos em segurança. Jesus Cristo é nossa “arca" da segurança. Ele nos livra da ira que ha de vir (1 Ts 1.10). Deus prometeu que a terra nunca mais será julgada por meio da água, mas um julgamento pelo fogo virá 12Pe 3.10ss.).

Contudo, aqueles que creem no Senhor não sofrerão o julgamento do 5.24), porque ele sofreu o juízo por eles na cruz.

(2Pedro 2.3b-6)

(2Pedro 2.3b-6) Não precisamos discutir os mistérios ocultos deste versículo para entender a mensagem principal: Deus julga a rebelião e não poupará aqueles que rejeitam sua vontade.

Se o Todo-poderoso julgou os anjos, que, em muitos aspectos, são superiores aos seres humanos, então é claro que ele julgará os seres humanos rebeldes.

(2Pedro 2.3)

(2Pedro 2.3) Os verdadeiros ministros de Jesus Cristo não têm nada a esconder: sua vida e seu ministério são como livros abertos, Eles pregam a verdade em amor e não distorcem as Escrituras para respaldar as próprias ideias egoístas. Além disso, não bajulam os ricos nem ministram apenas para ganhar dinheiro. Compare essa descrição com o que Pedro escreveu neste capítulo e com o que Judas escreveu, e veremos a diferença.

Devemos estar alerta e recusar dar nosso apoio a ministérios que exploram pessoas e negam o Salvador.

sábado, 21 de setembro de 2019

(2Pedro 2.1-3)

(2Pedro 2.1-3) Não só as mensagens destes mestres eram falsas, mas seus métodos também. Em vez de declararem abertamente aquilo em que acreditavam, eles entraram na igreja fingindo ser o que não eram, e estavam dando a impressão de que eram fiéis à fé cristã. "Eles entram discretamente" é a tradução literal. É gente que não rejeita a verdade de imediato; eles simplesmente colocam seus falsos ensinos ao lado da verdade e dão a impressão de que acreditam nos fundamentos da fé. Em pouco tempo, porém, eles removem a verdadeira doutrina e põem seus falsos ensinos no lugar.

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(2Pedro 1.21)

(2Pedro 1.21) As pessoas morrem, mas a Palavra vive. As experiências desaparecem, mas a Palavra é eterna. O mundo fica mais escuro, mas a luz profética brilha mais forte. Os cristãos que edificam a vida na Palavra de Deus e que esperam a vinda do Salvador dificilmente serão enganados por falsos mestres. Eles serão ensinados pelo Espírito e alicerçados na Palavra infalível de Deus.

(2Pedro 1.20-21)

(2Pedro 1.20-21) Esta é uma das duas Escrituras importantes que afirmam a inspiração divina da Palavra de Deus. A outra e 2 Timóteo 3.14-17. Pedro afirmou que as Escrituras não foram escritas por homens que usaram as próprias ideias e
palavras, mas por profetas de Deus que
foram "impelidos pelo Espírito Santo".
A palavra traduzida por "impelidos" sig.
nifica "ser levados, por um navio que
é levado pelo vento". As Escrituras são
"inspiradas por Deus"; não são inven-
ções humanas.

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(2Pedro 1.19)

(2Pedro 1.19) Pedro chamou o mundo de "lugar escuro", e a palavra que ele usou
significa "sombrio". Essa palavra podia
ser empregada para descrever um ce-
leiro úmido ou um pântano sombrio. A
história humana começou em um lindo
jardim; todavia, aquele jardim, hoje, é um
pântano sombrio. O que vemos quando
olhamos para este sistema mundial é
uma indicação da condição espiritual
de nosso coração. E temos o privilégio
e a responsabilidade de expor a Palavra
de vida - a luz de Deus - para que as pessoas possam ver o caminho e ser
salvas (Fp 2.14-16).

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(2Pedro 1.18)

(2Pedro 1.18) Pedro usou este evento em sua carta para refutar os falsos ensinos dos apóstatas de que o reino de Deus nunca viria (3.35s). Aqueles mestres mentirosos negavam a promessa da vinda de Cristo! No lugar de promessas divinas, os impostores disseminavam "fábulas engenhosamente inventadas" (1.16) que roubavam dos
cristãos sua bendita esperança.

sexta-feira, 20 de setembro de 2019

(2Pedro 1.16-18)

(2Pedro 1.16-18) A transfiguração também teve um significado especial para Jesus Cristo, que estava se aproximando do Calvário (Mt 17.1-13). Ela foi a maneira usada pelo Pai para fortalecer seu Filho para aquela terrível provação de ser o sacrifício pelos pecados do mundo. A lei e os profetas (Moisés e Elias) apontaram para seu ministério, e ele cumpriria aquelas
Escrituras. O Pai falou do céu e assegu-
rou ao Filho seu amor e aprovação. O
episódio da transfiguração foi prova de
que o sofrimento leva à glória quando
estamos na vontade de Deus.

(2Pedro 1.12-21)

(2Pedro 1.12-21) A igreja de Jesus Cristo está sempre a uma geração de ser extinta. Se não tivéssemos a revelação fidedigna por escrito, teríamos de depender da tradição oral. Quem já brincou de telefone sem fio" sabe que uma simples frase pode ser radicalmente alterada quando passada de uma pessoa para outra! Entretanto, não dependemos das tradições de pessoas mortas; dependemos da verdade da Palavra viva. As pessoas morrem mas a Palavra vive para sempre.

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(2Pedro 1.10-11)

(2Pedro 1.10-11) Os cristãos que têm certeza de sua eleição e chamado nunca "tropeçarão", mas provarão, por meio de uma vida consistente, que são verdadeiramente filhos de Deus. Eles nem sempre estarão no topo da montanha, mas estarão sempre subindo cada vez mais. Se agirmos "dessa forma" (as características listadas nos v. 5-7), se
mostrarmos crescimento e caráter cristãos em nossa vida diária, então podemos ter certeza de que somos convertidos e que, um dia, estaremos no céu.

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quinta-feira, 19 de setembro de 2019

(2Pedro 1.4b)

(2Pedro 1.4b) Temos a natureza de Deus em nosso íntimo, por isso devemos desejar aquilo que é puro e santo. Nosso comportamento deveria ser como o do Pai. e deveríamos viver no tipo de ambiente espiritual que convém à nossa natureza. Deveríamos, além disso, nos associar ao que é verdadeiro para nossa natureza. A única vida normal que produz frutos para o filho de Deus é uma vida piedosa.

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(2Pedro 1.4)

(2Pedro 1.4) Deus não só nos deu tudo aquilo de que precisamos para a vida e para a piedade, mas também nos outorgou sua Palavra, a fim de permitir que desenvolvamos essa vida e piedade. Estas promessas são grandes, porque vêm de um grande Deus e levam a uma vida maravilhosa; e são preciosas porque seu valor não pode ser mensurado. Se perdêssemos a Palavra de Deus, não haveria como substituí-la.

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(2Pedro 1.3)

(2Pedro 1.3) A vida cristã сomeça com a fé que salva, a fé na pessoa de Jesus Cristo. Mas, quando conhecemos o Salvador pessoalmente, também experimentamos o poder de Deus, e esse poder produz a "vida" e a "piedade". O pecador não salvo está morto (Ef 2.1-3), e somente Cristo pode ressuscitá-lo dentre os mortos (Jo 5.24). Quando Jesus ressuscitou Lázaro dentre os mortos, ele disse: "Tirem as faixas dele e deixem-no ir Jo 11.44). Livre-se das mortalhas; é hora de levar uma vida piedosa!

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(2Pedro 1.2)

(2Pedro 1.2) Nosso Senhor Jesus Cristo tem três bens espirituais que não podem ser assegurados por nenhum outro: justiça, graça e paz. Quando confiamos nele como Salvador sua justiça se torna a nossa justiça, e recebemos uma posição justa diante de Deus (2Co 5.21). Nunca poderíamos obter essa justiça; ela é a dádiva do Senhor para aqueles que creem. "Não por causa de atos de justiça por nós praticados, mas devido à sua misericórdia, ele nos salvou" (Tt 3.5a).

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(2Pedro 1.1-2)

(2Pedro 1.1-2) Salvador é "aquele que traz salvacão", e a palavra "salvação" era comum entre as pessoas daquela época. No vocabulário delas, significava "estar livre de problemas", principalmente "livre do inimigo". Ela também carregava a ideia de "Saúde e segurança". O médico era visto como um salvador, porque ele ajudava a libertar o corpo de dores e limitações físicas. Assim, um general vitorioso era considerado salvador, porque ele libertava o povo da derrota. Até um oficial sábio era um salvador, na medida em que ele mantinha a nação em ordem e a livrava da confusão e da decadência. Não é preciso muita compreensão para ver como o título "Salvador" se aplica ao nosso Senhor Jesus Cristo. Ele é, de fato, o Grande Médico que cura o coração da doença do pecado. Ele é também o Conquistador vitorioso que venceu nossos inimigos - o pecado, a morte, Satanás e o inferno-e está nos conduzindo em triunfo.

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