domingo, 26 de abril de 2015

Cristo foi tentado como nos somos tentados hoje? Ou há uma diferença entre nos e Cristo?

A várias incompreensões sobre o corpo de Jesus... Se Jesus sentiu, ou não desejos sexuais? e á alguns que até afirmam que Cristo teve desejos sexuais... E tomam como base a humanidade de Cristo para fundamentar as suas opiniões, usam as escrituras como apoio para ostentar uma ontologia infundada que é construída hermeneuticamente e exegeticamente na subjetividade que é extremamente espiritualizada e fanatizada e, desorganizada homileticamente ou seja, sem pé e cabeça. Á dois textos bíblicos na carta aos hebreus que é usado para provar alguns absurdos sobre a humanidade de Jesus, mas se examinarmos com cuidado e usarmos a exegese que lida com a compreensão etimológica  das palavras vamos ter uma interpretação cristológica sem ambiguidade. Vamos trabalhar exegeticamente hebreus (2.17, 18 e 4.14,15) e vou destacar a palavra "TUDO" do texto de hebreus PARA EXPLICAR SOBRE A HUMANIDADE E DEIDADE DE CRISTO.
 Primeiro a palavra "tudo" não significa totalidade algo velado mas um parte do todo por ex: não podemos colocar dentro do TUDO de Cristo o nosso pecado adâmico, nos pecamos porque temos dentro de nos a natureza caída de Adão, mas Cristo não tinha a natureza caída de Adão dentro da sua alma e espírito e é, justamente nesse ponto que somos tão diferentes do TUDO DE JESUS, o tudo de Cristo não admite....

1. Não admite o pecado adâmico que é um pecado que veio através do engano da serpente edênica .

2. Não admite o pecado interior que é um pecado que flui de dentro para fora (1Jo 3.5)

   ■Mateus 15:18 Mas o que sai da boca procede do coração, e isso contamina o homem.

   ■Mateus 15:16-20
Jesus respondeu: 'Você também? Será que não entende? Não sabe que o que se come é digerido no estômago e depois é eliminado? Mas o que vem da boca sai do coração. É do coração que vomitamos maus pensamentos...,

   1. assassinato, 

   2. adultério,

   3. imoralidade, 

   4. roubo, 

   5. mentira e...

   6. calúnia.

 É isso que contamina. Comer ou deixar de comer alguns alimentos, lavar ou não as mãos — isso não tem importância'.

3. Não admite degradação moral ou seja comportamentos que não está de acordo com a moralidade da deidade (1Pd 2.22).

4. Não admite a falta de conhecimento prévio das artimanhas da tentação e do tentador.

   ■Mateus 22:18 Jesus, porém, conhecendo a sua malícia, disse: Porque me experimentais, hipócritas?
   ■João 13:27 E após o bocado, entrou nele Satanás. Disse pois Jesus: O que fazes, fá-lo depressa.

   ■Mateus 22:15-17
A essa altura, os fariseus haviam preparado uma armadilha para Jesus, certos de que o iriam incriminá-lo. Para isso, enviaram seus próprios discípulos e alguns partidários de Herodes, com esta pergunta: 'Mestre, conhecemos a sua integridade, sabemos que o senhor ensina o caminho de Deus com muito zelo, não se importa com a opinião popular e não explora seus discípulos. Diga-nos com toda a honestidade: é correto pagar impostos a César?'.

   ■Mateus 22:18-19
Jesus percebeu de imediato as segundas intenções e disse: 'Qual a razão desse joguinho? Por que tentam me pegar com essas armadilhas? Vocês têm uma moeda? Deixem-me vê-la'. Eles lhe entregaram uma moeda de prata.

5. Não admite contaminação na sua alma e no seu espirito, pois aquele que disse: Que qualquer homem que olhar para uma mulher e a desejar no seu coração comete adultério. (2Co 5.21)

6. Não admite separa o seu espirito e alma do seu corpo somente ele pode permitir está separação e isto, aconteceu na sua crucificação. 

7. Não admite abuso de Sua integridade física sem a sua direta permissão.

8. Não admite resquício de pecado multifacetado: vejamos o que nos diz os escritos do novo testamento...

》João falou que em Cristo não há pecado (1Jo 3.5).

》Paulo afirma que Cristo não conheceu pecado (2Co 5.21).

》Pedro nos diz que cristo não cometeu pecado (1Pd 2.22).

》O autor da carta aos hebreus afirma que Cristo foi tentado em tudo mas sem pecado e que a volta de cristo será sem pecado (Heb 4.15; 9.28). O escritor aos hebreus diz para os destinatários da sua carta que Cristo é perfeito (heb 7.28; 9.11).

Diante destes relatos bíblicos à algumas afirmações que são infundadas; vejamos algumas destas afirmações...

■Jesus masturbou se... Só porque ele era humano...

■Jesus cobiçou mulheres...

■Jesus podia ser enganado...

■Jesus comentou mentira...

■Jesus pediu perdão a Deus por seus pecados...

■O pecado poluiu o espírito de Jesus com imagens de mulheres nuas quando ele estava  dormindo...

■Jesus teve a franqueza de busca stato humano...

■Jesus foi materialista...

■Jesus mortificou a carne por causa do pecado, que se ele não fizesse isto, cometeria pecados...,

Estas afirmações  sobre a cristologia não encontram guarida na Bíblia. Queridos que a nossa fala seja a voz das escrituras sagradas, vamos calar onde não há fundamento bíblico para ostentar ideologias infundadas.

Em seu comentário bíblico William McDonald diserta com propriedade sobre a humanidade e impecabilidade de cristo, vejamos o que ele nos diz: ( Nós também temos que considerar a sua experiência. Ninguém pode simpatizar realmente por alguém a menos que tenha passado por uma experiência semelhante.Como um homem, o Senhor tem compartilhado nossas experiências, e pode, portanto, entender as tribulações pelas quais passamos. (Ele não pode compadecer-se das nossas más obras, porque ele nunca a experimentou).

O nosso posicionamento sobre a deidade e humanidade de Jesus tem que ser o mesmo posicionamento das escrituras pois a bíblia é enfática em afirma a impecabilidade do filho do homem.

O pastor luiz sayão no seu comentário da Bíblia esperança ele nos faz uma importante pergunta sobre cristo...Se Jesus era Deus, teria ele sofrido de verdade na cruz e enfrentado tentações como nos? 

Vejamos a sua resposta: 

Tal sugestão parece fazer sentido a primeira vista. Como pode um ser divino sofrer de fato? Será que a sua morte na cruz foi apenas uma representação teatral? sabemos que não. Pois além de ser divino , Jesus também era totalmente humano. Este é o ensinamento bíblico: Jesus era totalmente humano e totalmente Deus ao mesmo tempo. Ele naceu e viveu como homem, tinha  necessidades humanas, sofreu dores e morreu de verdade, apesar disso ele nunca pecou. 

(O nosso Jesus foi provado pelo fogo mas o fogo não geimou nem uma impureza nele pois ele não tinha. o fogo das provações so provou que Jesus é uma jóia sem defeito).

A biblia King James diserta bem sobre a tentação de Jesus mostrando a impecabilidade do filho de Deus  - (O  objetivo  do  Diabo  era  levar  Cristo,  o  Ungido,  Filho  de  Deus,  a  pecar.  Apenas  um  pecado  seria  o  suficiente,  desqualificando  o Salvador,  frustrando  assim,  o  plano  de  Deus  para  a  redenção  humana.  O  objetivo  de  Deus  foi  provar  que  seu  Filho  –  perfeitamente divino  e  perfeitamente  humano  –  viveu,  contudo,  isento  de  qualquer  pecado;  sendo,  portanto,  um  Salvador  perfeitamente  digno e  suficiente  (2Co  5.21;  Hb  4.15,  Rm  8.3;  1Jo  2.16;    Tg  1.13).  Jesus  escolhe  uma  passagem  das  Sagradas  Escrituras  (Dt  8.3)  para responder ao tentador e a todos quantos têm seus valores invertidos por ganância, egoísmo e inveja. O  orgulho,  arrogância  e  empáfia  do  Diabo  não  lhe  permitiram  compreender,  muito  menos  aceitar,  a  resposta  que  Cristo  lhe dera.  O  Diabo  tenta,  então,  replicar,  usando  também  uma  passagem  bíblica  (Sl  91.11-12),  mas  omitindo  parte  do  texto  sagrado que  não  se  ajustava  a  seus  intentos.  Esse  mesmo  método  de  interpretação  inescrupulosa  da  Bíblia  tem-se  repetido  ao  longo  dos séculos, na criação e desenvolvimento de diversas seitas heréticas em todo o mundo.  Somente  uma  análise  profunda  e  detalhada  dos  diálogos  aqui  travados  entre  Satanás  e  Jesus  pode  revelar  a  magnitude  dessa batalha  espiritual  vencida  por  Cristo  por  meio  da  Palavra  de  Deus  (Dt  6.13;  10.20),  bem  como  a  astúcia  e  o  poder  do  Diabo  para iludir  seus  oponentes.  Satanás,  como  príncipe  do  sistema  econômico,  político  e  social  do  nosso  planeta  (em  grego,  Kosmos, que  significa:  mundo),  estava  em  seu  direito  ao  ofertar  a  Jesus  as  glórias  de  todos  os  reinos  da  terra,  pois  de  fato  estes  lhe  foram entregues  por  algum  tempo  (Jo  12.31;  1  Jo  2.15;  5.19;  Jo  3.19;  Tg  1.27;  4.4).  Jesus  manteve-se,  porém,  íntegro  e  fiel,  resistindo e vencendo a tentação e o tentador.

(Lc 4.1-)...Lucas é inspirado por Deus (aqui e no livro de Atos) para dar especial destaque à ação da terceira pessoa da Trindade – o Espírito Santo – no mover do coração do Senhor e de seus discípulos para fazerem a vontade do Pai (1.35; 41.7; 2.25-27; 3.16,22;4.14,18; 10.21; 11.13; 12.10,12). Durante toda a sua vida na terra, Jesus suportou fortes e complexas tentações, em algumas delas a Bíblia não nos revela os detalhes. Todavia, esse embate mereceu especial destaque, pois esteve em questão todo o futuro dos seres humanos. Os ataques do Diabo foram contra o Messias (o Ungido de Deus, Seu Filho), o cabeça da Nova Humanidade (Cl2.15). Jesus foi tentado de forma extremamente sutil, ardilosa e não menos poderosa. Contudo, venceu por nós. Em contraste com Adão (em hebraico: homem – Gn 2.20, enquanto Eva, significa: humanidade), que se tornou o cabeça da Velha Humani-dade, pois não conseguiu obedecer ao Criador, embora vivendo em condições ideais; e caiu, cometendo o primeiro pecado da humanidade, com conseqüências mortais, o qual acompanhará o gene de cada indivíduo humano, de geração em geração, até ofinal dos tempos. O Segundo Adão (Jesus – o Novo Homem), venceu o Diabo em total fraqueza da carne. Adão havia inauguradoa humanidade com toda a autoridade e glória do mundo (Gn 1.28-30), enquanto Jesus foi glorificado através do sofrimento, da humilhação e da morte (Rm 1.4; Fp 2.9-11). O primeiro Adão não aceitou cumprir a vontade de Deus e fez prevalecer os seus próprios desejos, rebelando-se contra a única restrição imposta a ele por Deus. O Segundo Adão, o Filho de Deus, aceitou, delivre vontade, cumprir todos os desejos do Pai (Gl 4.4; Fp 2.6-8). Após 40 dias em absoluto jejum, os originais hebraicos e gregos revelam que Jesus não apenas estava com “fome” (como consta em algumas versões), mas sim que ele estava sôfrego de fome (esfomeado). O Diabo nem sempre é horrível e violento,pois pode travestir-se de luz e justiça. Sua estratégia foi induzir Jesus a abdicar de sua condição humana, usar de seus poderes divinos, e deixar o caminho do sofrimento inevitável. O Diabo sempre fará as tentações parecerem irresistivelmente atraentes. Entretanto, Jesus – o Novo Homem - apegou-se à Palavra de Deus e, citando a Torá (Lei), mais precisamente, passagens em Deuteronômio (8.3; 6.13-16), enfatiza que o pão e a fartura material nada valem sem a bênção de Deus. Jesus não diz que não podia fazer o que o Diabo lhe sugeria, mas sim que sua vontade maior era agradar ao Pai. Uma tentação aparentemente inteligente, considerando que Jesus veio para dominar sobre todos os reinos da terra. Depois deste lugar, Jesus foi conduzido ao canto sudeste da coluna do templo, o seu ponto mais alto (ou pináculo do templo), um declive de cerca de 30 metros para o vale do Cedrom. Todavia, o ardil de Satanás estava no fato de tentar fazer com que Jesus evitasse os sofrimentos do caminho da cruz, os quais veio especificamente suportar como única maneira, divinamente legal, de libertar a humanidade do estigma do pecado (Mc 10.45), herança do Velho Homem. Pecado esse que somente poderia ser pago(resgatado), com a morte (sacrifício) de um homem inocente (sem pecados). Uma vez que o Diabo não conseguiu iludir Jesus apelando para as suas necessidades físicas, tenta seduzi-lo com toda a glória e poder que este mundo pode oferecer e que estão(temporariamente) sob seu domínio, mas é novamente rechaçado (1Jo 5.19). Satanás questiona a filiação de Jesus a Deus, cita as Escrituras corretamente (Sl 91.11-12), porém aplica o ensino de forma tendenciosa e errônea, como fizera em Gn 3.1, e tenta fazer com que Jesus teste a fidelidade do seu Pai e chame a atenção do público sobre sua pessoa de forma espetacular. O príncipe do mal é afastado quando Jesus reafirma sua total humanidade ao usar a Palavra para confirmar que não cabe ao homem testar a Deus; e sua total divindade ao chamar a atenção de Satanás para o fato de que ele não deveria estar provocando a Deus. Entretanto, o Diabo continuou tentando ao Senhor (o arrogante é surdo) durante todo o seu ministério (Mc 8.33), até culminar com a prova maior, no Getsêmani (Jo 14.30; Lc 22.53).


quarta-feira, 8 de abril de 2015

Gênesis 1.1-30 (Biblia De estudo do expositor)

PRIMEIRO  LIVRO  DE  MOISÉS,  CHAMADO GENESIS CAPÍTULO  1 (4004  aC) A  CRIAÇÃO ORIGINAL

No prncipio  (refere-se  ao início  da  criação,  ou,  pelo  menos,  a  criação,  uma  vez  que  se  refere  a este universo,  Deus, não formada, desfeita, incriado, não teve  início, Ele  sempre foi, sempre é,  e sempre  será)  Deus  (  a  frase:  "No  princípio,  Deus",  explica  a  causa  primeira  de  todas  as  coisas, uma  vez  que  se  refere  à  criação)  criou  o  céu  ea  Terra  (poderia  ser  traduzido  como  "os  céus  e todas  as  terras",  porque  Deus  criou  a  todo  o  universo)  .

CAOS

2  E a  terra  era  sem  forma  e  vazia;  e  havia  trevas  sobre  a  face  do  abismo  (Deus  originalmente não  criar  a  Terra  sem  forma  e  vazia;  tornou-se  dessa  forma  depois  de  um  acontecimento cataclísmico,  este  acontecimento  foi  a  revolta  de  Lúcifer  contra  Deus,  que  teve  lugar  em  algum momento  no  passado,  sem  data  )  .  E  o  Espírito  de  Deus  (Espírito  Santo)  se  movia  sobre  a  face das águas  (o  mover  do  Espírito  Santo significou  e  significa  o início da  vida).

PRIMEIRO  DIA

3  E disse  Deus  (apresenta  a  maneira  pela  qual  a  criação  ou  re-criação  foi  realizado;  cerca  de dez  vezes  esta  frase  é  usada,  e  da  maneira  exata,  com  exceção  da  última  vez,  onde  ele  diz:  "E  o Senhor  Deus  disse  que  "[  Gen.  2:18  ])  ,  Haja  luz;  e  houve  luz  (Deus  é  a  essência  da  luz  [  Jo  1:  49.  ];  a  Palavra  de  Deus  é  de  tal  magnitude  que  a  luz  continua  a  expandir-se  no  universo,  à  taxa de 186  mil milhas  por  segundo)  . 4 E Deus viu a luz,  que era bom (ele  fez  o que  foi projetado  para  fazer)  ,  e  fez separação  entre a  luz  e  as  trevas  (refere-se  simplesmente  ao  fato  de  que  agora  havia  períodos  de  luz  e  escuridão; escuridão é  simplesmente  a  ausência  de luz)  . 5  E Deus  chamou  à  luz  dia  (a  descrição  do  personagem)  ,  e  às  trevas  chamou  Noite  (tem  a ver  com  a  revolução  da  Terra)  .  E  foi  a  tarde  ea  manhã,  o  primeiro  dia  (dias  literais  de  24  horas)  .

SEGUNDO DIA

6  E  disse  Deus:  Haja  uma  expansão  no  meio  das  águas  (refere-se  a  uma  expansão  entre  as águas,  por  assim  dizer,  chamado  de  "a  atmosfera")  ,  e  haja  separação  entre  águas  das águas  (água  na  chuva  nuvens  e água  na  Terra)  . 7  E  fez  Deus  a  expansão  (há  uma  diferença  de  "feito"  e  "criado",  "feito"  refere-se  a  algo  já criado,  mas  trouxe  de  volta  a  uma  existência  útil)  ,  e  dividiu  as  águas  que  estavam  debaixo  do firmamento  (oceanos,  mares,  rios,  etc.)  e  as  águas  que  estavam  sobre  a  expansão  (água  nas nuvens,  que desce  sobre a  Terra)  ,  e  assim  foi. 8  E  Deus  chamou  o  firmamento  Céu  (a  palavra  como  usado  aqui  refere-se  à  atmosfera  em torno da  Terra)  .  E  foi  a  tarde  ea  manhã,  o  segundo  dia  (de um  prazo de  24  horas)  .

TERCEIRO DIA

9  E disse Deus:  Que as águas  debaixo  do  céu  se  reuniram  para  um  lugar  (refere-se  aos  locais concebidos  para  as  águas  sobre  a  terra,  mares,  oceanos,  rios,  etc.)  ,  e  deixar  a  terra  seca aparecer:  e  era  por  isso  (refere-se  aos  continentes  sendo  formados,  o  que  exigiu  grandes convulsões  na  Terra)  . 10  E  chamou  Deus  à  porção  seca  Terra  (refere-se  ao  Ser  Supremo  nomear  o  que  Ele  havia criado)  ;  e  ao  ajuntamento  das  águas  chamou  Mares;  e  viu  Deus  que  era  bom  (aprovação Divina)  . 11  E  disse  Deus:  Produza  a  terra  relva  (um  tapete)  ,  a  erva  que  dá  semente  (legumes)  ,  ea árvore  frutífera  que  dê  fruto  segundo  a  sua  espécie  (indica  que  as  diferentes  espécies  de  plantas já  são  fixos)  ,  cuja  semente  está  em  nela  sobre  a  terra;  e  assim  foi  (o  dogma  moderno  da  origem das  espécies  por  desenvolvimento não é  bíblico)  . 12  E  a  terra  produziu  erva  (na  Palavra  de  Deus)  ,  erva  dando  semente  conforme  a  sua espécie,  ea  árvore  que  dá  fruto,  cuja  semente  está  nela  conforme  a  sua  espécie  (a  primeira criação da  vida  vegetal  não veio  da  semente  , mas  que  veio a ser  através  do poder  da  Palavra)  : e  Deus  viu  que  isso  era  bom  (não  diz  respeito  somente  ao  fato  da  criação,  mas  também  a  ordem da  criação)  . 13  E  foi a tarde  ea  manhã,  o  dia  terceiro  (neste dia  foi  a  primeira  criação da  vida,  isto é,  "as plantas,  etc.")  .

QUARTO DIA

14  E disse Deus:  Haja  luminares  na  expansão  dos  céus  para  separar  o  dia  da  noite  (Deus  não está  aqui  criando  o  sol,  a  lua  e  as  estrelas,  que  já  ter  sido  feito  "no  princípio")  ;  e  sejam  eles  para sinais e  para  estações,  e  para dias e  anos  (refere-se,  essencialmente,  ao  "tempo")  : 15 E sejam para luminares  na  expansão  dos  céus,  para  alumiar  a  terra;  e  assim  foi  (proclama o  fato  de  que  Deus  o disse,  e  Sua  gloriosa  Palavra  contida  tal  poder  que  esses  corpos  planetários nunca  vai realizar  seu  prescrito função)  . 16  E  fez  Deus  os dois  grandes  luzeiros  (o  sol ea  lua)  ;  o  luminar  maior para  governar o  dia  (o sol)  ,  ea  luz  menor  para  governar  a  noite  (na  verdade,  a  Lua  não  tem  luz  dentro  de  si,  é  um  reflexo do  sol,  portanto,  muito  menor,  exatamente  como  diz  a  Escritura)  :  Ele  fez  também  as estrelas  (Deus  "criou"  o  sol,  a  lua  e  as  estrelas,  em  algum  período  de  tempo  desconhecido  "no princípio",  e  depois,  quando  se  prepara  a  terra  para  o  homem,  Ele  "fez",  ou  seja,  "apontou-lhes em  relação  à  Terra  [regulamentada  eles]  os  porta-luz,  como  medidores  de  tempo,  e  como veículos  de revelação "[  Sl.  19  ])  . 17  E  Deus  os pôs no  firmamento  do  céu  para  alumiar  a  terra  (refere-se  a sua  função)  , 18  E  para  governar o  dia ea  noite,  e  para  fazer  separação  entre  a  luz  e  as  trevas;  e  viu  Deus que  era bom  (tudo já está  definido para  a vida  animada, ou  seja, "a vida  animal,  em  oposição  à vida  vegetal")  . 19  E  foi a tarde  ea  manhã,  o  dia  quarto.

QUINTO  DIA

20  E  disse  Deus:  Produzam  as  águas  abundantemente  movimento  a  criatura  que  tem  vida, ea  galinha  que  pode  voar  acima  da  terra  no  firmamento  do  céu  (aqui  as  criaturas  do  mar  são distintos  de  todas  as  criações  anteriores,  e  em  particular  a  partir  de  vegetação,  como  sendo possuidor  de  um  princípio  vital,  o  que  não  significa,  é  claro,  contradiz  a  verdade  conhecida  que as  plantas  são  organismos  vivos,  só  que  o  princípio  da  vida  do  reino  animal  é  diferente  daquele do reino vegetal)  . 21  E  Deus  criou  as  grandes  baleias,  e  toda  criatura  vivente  que  se  move,  que  as  águas abundantemente  produziram  conforme  as  suas  espécies,  e  toda  ave  de  asas  conforme  a  sua espécie;  e  viu  Deus  que  era  bom  (cerca  de  dez  vezes  no  primeiro  capítulo  de  Gênesis  ,  a  frase, "segundo  a  sua  espécie",  ou  semelhante  é  usado,  o  que  atira  para  baixo  completamente  a  teoria da  evolução;  Ciência  nunca  foi  capaz  de  atravessar  a  barreira  e,  na  verdade,  nunca  será  capaz, em  outras  palavras,  não  há  tal  coisa  como  um  animal  que  é  metade  peixe  e  metade  animal terrestre;  assim,  não  há  tal  coisa  como  um  peixe  que  está  a  meio  de  baleias  e  metade  tubarão; a  barreira  sobre os  diferentes  "tipos"  permanece,  e  sempre permanecerá)  . 22  E  Deus  os  abençoou,  dizendo:  Frutificai  e  multiplicai-vos  e  enchei  as  águas  nos  mares;  e as  aves  se  multipliquem  na  terra  (pode-se  perguntar  como  por  que  Deus  não  abençoar  a  vida das  plantas?  deles  Moisés  simplesmente  diz  que  Deus  viu  que  era  bom,  mas  Ele  não  abençoálos;  mas  aqui, Deus  começa  um  novo  modo de propagação, ou  seja, que a partir  de viver  corpos sairão  outros  organismos  vivos  semelhantes,  o  que  não  é  verdade  de  árvores  e  plantas,  a  árvore de  pera,  por  exemplo,  não  produz  outra  árvore  de  pera,  mas  apenas  uma  pêra,  enquanto  uma ave  produz  um  pássaro  e  um  peixe  um  peixe,  etc  .;  aqui,  então,  é  um  novo  trabalho  criativo,  para um  corpo  vivo  propaga  outros  para  fora  de  si  mesmo  ,  na  verdade,  a  Bênção  de  Deus  significa propagação;  Sua  bênção é  tão  poderosa para  se  propagar  como  Sua  maldição é  para  cortar)  . 23  E  foi a tarde  ea  manhã,  o  dia  quinto.

O SEXTO  DIA

24 E  disse  Deus:  Produza  a  terra  seres  viventes  segundo  a  sua espécie;  gado,  e  répteis  e  feras da  terra  conforme  a  sua  espécie;  e  assim  foi  (proclama  o  fato  de  que  Deus  não  deixa  nada  vazio que Ele fez,  mas  fornece  todos com sua  loja  e  riquezas)  . 25  E  fez  Deus  as  feras  da  terra  conforme  a  sua  espécie,  eo  gado  conforme  a  sua  espécie,  e todo  o  réptil  da  terra  conforme  a  sua  espécie;  e  viu  Deus  que  era  bom  (diz-nos  claramente  que Deus criou  cada  espécie de  animal  reino de  tal maneira  que não pode ser  atravessada)  . 26  E  disse  Deus:  Façamos  o  homem  à  nossa  imagem,  conforme  a  nossa  semelhança  (a criação  do  homem  foi  precedida  por  uma  consulta  Divino;  assim,  os  pronomes  "nós"  e  "nosso" proclamar  a  consulta  realizada  pelas  Três  Pessoas  da  Trindade  Divina,  que  eram  um  no  trabalho criativo;  "imagem"  e  "semelhança"  permitir-nos  ter  comunhão  com  Deus,  no  entanto,  isso  não significa  que  somos  deuses,  ou  podem  tornar-se  deuses  "à  Nossa  Imagem  conforme  a  nossa semelhança",  na  verdade,  refere-se  a  verdadeira  justiça  e  santidade [  Efésios  4:24.  )]  ;  e  domine sobre  os  peixes  do  mar,  sobre  as  aves  dos  céus,  sobre  os  animais  domésticos,  e  sobre  toda  a terra,  e  sobre  todos  os  rastejando  coisa  que  se  arrasta  sobre  a  terra  (este  domínio  foi  dada  por Deus  ao  homem,  e  está  sempre  sujeita  a  Deus,  a  relação  do  homem  com  o  equilíbrio  da  criação é  agora  definida  para  ser  uma  das  regras  e  supremacia;  a  esfera  do  Seu  senhorio  é  de  o  menor para  o maior  dos  assuntos  colocados sob  seu domínio)  . 27  E  criou  Deus  o  homem  à  sua  própria  imagem  (a  palavra  "homem"  deve  ter  o  artigo definido,  e  deve  ser  "o  homem",  isto  é,  Adam-o  mesmo  homem,  Adão,  de  que  fala  2:  7  ;  estes não são, portanto, ,  duas  contas  da  criação do  homem, mas  uma declaração divina)  , à  imagem de  Deus  o  criou  (a  imagem  de  Deus  foi  perdida  na  queda,  no  entanto,  a  restauração  da  imagem foi  realizado  na  cruz,  mas  o  conclusão  de  que  a  restauração  não  ocorrerá  até  que  a  Primeira Ressurreição)  ;  macho  e  fêmea  os  criou  (representa,  pelo  menos,  tanto  quanto  se  sabe,  a primeira  vez  que Deus  criou o  sexo feminino,  pelo  menos  no  que  diz respeito  os  seres  inteligentes, não há  registro de qualquer  Anjos do  sexo feminino)  . 28  E  Deus  os  abençoou  (mais  uma  vez,  fala  da  capacidade  de  se  reproduzir)  ,  e  Deus  lhes disse:  Frutificai  e  multiplicai-vos  e  enchei  a  Terra  (a  palavra  "reabastecer"  carrega  a  idéia  de  um ex-criação  na  Terra  antes  de  Adão  e  Eva,  de  acordo  com  Isaías  14  e  Ezequiel  28  ,  Lúcifer  governou este  mundo  por  um  período  indeterminado  de  tempo,  e  fê-lo  em  justiça  e  santidade  como  um belo  anjo  criado  por  Deus,  se,  de  fato,  ele  se  pronunciou  o  mundo  naquela  época  ,  ele  estaria com  a  razão  que  tinha  de  haver  algum  tipo  de  criação  na  Terra  para  ele  a  governar,  a  palavra "reabastecer"  refere-se  que  a  criação)  ,  e  sujeitai-a  (e  que  o  homem  fez,  no  entanto,  ele  teria feito  muito  mais  cedo,  mas  para  o  Outono)  :  e  ter  domínio  sobre  os  peixes  do  mar,  sobre  as  aves dos céus e  sobre  todo  animal que  se  move  sobre  a terra. 29  E  disse  Deus:  Eis  que  vos  tenho  dado  todas  as  sementes  de  erva  rolamento,  que  está sobre  a  face  de  toda a  terra, e  toda a  árvore,  em  que  há fruto  de  uma semente;  ser-vos-ão  para mantimento  (refere-se  ao  fato  de  que  ambos  os  animais  e  os  homens  eram  vegetarianos  antes da  queda;  aliás,  isso  foi mudado depois do dilúvio  [  Gn  9:  3  ])  .

30  E  a  todos  os animais da terra, ea toda a  ave  dos céus, e  tudo  o  que  rasteja  sobre  a terra, onde  há  vida,  tenho  dado  toda  erva  verde  para  a  carne:  e  assim  foi  (isto  diz-nos  que  animais  não foram  originalmente  criado  como  predadores,  por  outras  palavras,  todos  os  animais  foram, então, vegetariano, bem  como, o que  significa  que todos, e  não apenas  alguns,  foram  dócil)  . 31  E  viu  Deus  tudo  quanto  tinha  feito,  e  eis  que  era  muito  bom  (significa  que  ele  não  era simplesmente  bom,  mas  bom  de  ferro;  ele  não  é  homem  sozinho  a  quem  levantamentos  Deus, mas  o  cosmos  concluídas,  com  o  homem  como  seu  coroa  e  glória)  .  E  foi  a  tarde  ea  manhã,  o  dia sexto  (a  palavra  "noite"  significava  o  fato  de  que  o  novo  dia  começou  ao  pôr  do  sol,  em  vez  de 12  meia-noite,  uma vez  que atualmente  faz  em  nossa  contagem  de tempo)  .

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Mt 10.1- (BKJ)

1 Jesus não veio trazer a paz no sentido de uma religiosidade cômoda e inconseqüente. O verdadeiro cristianismo é uma mudança radical de vida com implicações conflituosas, inadequações e até perseguições cruéis. Algumas vezes na própria família (Mq 7.6) e, com certeza, neste mundo secularizado, materialista e agnóstico. A paz do cristão está em sua plena comunhão com Deus (Jo 14.27) e a terra só verá paz completa na volta do Rei Jesus (Is 2.4). Uma das ofensas que mais feriram o coração de Cristo foi ouvir dos teólogos da época (seu povo e família) que realizava milagres e sinais no poder de Belzebu (9.34; 12.24-29; Mc 3.22; Lc 11.1519; Jo 8.52). Chamar o Filho de Deus – o cabeça da raça humana – de Diabo, foi uma das maiores blasfêmias já ditas na história do mundo. Belzebu é a forma grega da expressão hebraica Baal-Zebub que se refere a Satanás, o “príncipe dos demônios” e significa: “senhor das moscas” (2Rs 1.2).  Por isso, é preciso muito cuidado ao julgar e expressar publicamente opiniões dessa natureza contra qualquer pessoa ou movimento cristão. Em 10.38, pela primeira vez em Mateus, aparece a palavra “cruz”. Os cristãos não devem buscar o sofrimento, nem se desesperar diante dele, mas ter a atitude de Jesus: enfrentar as circunstâncias com fé, humildade e coragem. O império romano obrigava seus condenados à morte a caminhar com a trave de suas cruzes nas costas até o local da execução. Os discípulos já haviam visto milhares de judeus serem crucificados, por isso essa ilustração (metáfora) de Jesus foi tão significativa. O crente, salvo por Cristo, deve carregar consigo a mesma cruz: renunciar a si mesmo, para servir com total dedicação ao Senhor Jesus, como mortos para as demandas do sistema mundial e do nosso “eu” (Gl 2.20). Por isso, quem busca freneticamente se dar bem nesta vida, acabará perdendo as bênçãos inerentes à condição dos salvos, agora e eternamente (2Co 5.17). Em 10.42, Jesus conclui esse trecho bíblico fazendo menção notável de recompensa a todos aqueles que ajudam e cooperam com os servos do Senhor no estabelecimento da nova ordem: o Reino de Deus (1Co 15.58; Gl 6.9; Mt 25.35-36).